Secretaria de Segurança nega falta de tornozeleira eletrônica em Goiás

Judith Bessette
Julho 5, 2017

Superintendente trouxe explicações na tarde desta terça-feira (4). O superintendente de Administração Penitenciária, cel.

No documento, o promotor observa que Goiás estaria com o estoque do equipamento em falta, havendo, inclusive, fila de espera para obtenção do aparelho.

O inquérito foi aberto pelo promotor Fernando Krebs.

Segundo divulgou esta noite a TV Anhanguera, a Superintendência Executiva de Administração Penitenciária de Goiás (Seap) alegou que apenas atendeu a uma solicitação do Departamento Penitenciário de Goiás para ceder a tornozeleira. A argumentação do Ministério Público é de que faltam tornozeleiras eletrônicas em 18 comarcas do interior goiano, juízes tiveram de soltar presos, o que não justifica o empréstimo do equipamento para o sistema penitenciário do Distrito Federal. O órgão também se comprometeu a pagar a dívida com a empresa Spacecom, além de prorrogar o contrato com a companhia, vencido em fevereiro. Ele explicou que no momento há 957 tornozeleiras sendo usadas para o monitoramento dos presos.

TAP iniciou voos para Bucareste e Budapeste
O serviço garante estada em Portugal por uma, duas ou até três noites sem qualquer custo adicional de tarifa. Já nas sextas-feiras, o horário de decolagem será às 10h45 da capital portuguesa.

Depois que o ministro Edson Fachin liberou Rocha Loures para cumprir prisão domiciliar, a Polícia Federal admitiu que não tinha nenhuma tornozeleira disponível.

Além disso, para Fachin, Loures deve receber os mesmos benefícios de outros investigados a partir das delações da JBS, como a irmã do senador Aécio Neves (PSDB-MG), Andrea Neves, o primo deles, Frederico Pacheco, e o ex-assessor do senador Zezé Perrela (PMDB-MG), Mendherson Lima. O estado tem, no entanto, mais de 100 presos aguardando pelo equipamento para serem transferidos para prisão domiciliar. Mas não existe esta fila, não existe essa possibilidade de ter havido a "furação" desta fila. "Não sei se estão faltando 4 mil ou não, porque nós precisamos das determinações judiciais para que sejam cumpridas", argumentou.

O ex-deputado Rodrigo Rocha Loures estava preso desde o dia 3 de junho, quando foi flagrado pela PF recebendo uma mala, em São Paulo, com R$ 500 mil que, segundo delatores da JBS, era dinheiro de propina.

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