Reforma trabalhista poderá ser votada na próxima terça (11/07)

Judith Bessette
Julho 11, 2017

O presidente Michel Temer (PMDB) se reuniu, neste domingo (9/7), com os presidentes da Câmara dos Deputados e do Senado, Rodrigo Maia (DEM-RJ) e Eunício Oliveira (PMDB-CE).

O Senado pretende concluir na próxima terça-feira (11), a partir das 11h, no plenário, a votação da reforma trabalhista.

Há uma semana, o Palácio do Planalto previa 43 senadores favoráveis ao projeto no plenário.

PM orders inquiry into contaminated blood scandal
NHS patients were given blood products that were infected with diseases, such as hepatitis C and HIV. Details of the UK-wide investigation have yet to be finalised.

O monitoramento feito pelo governo para a reforma trabalhista não conta mais com o voto de Acir Gurgacz (PDT-RO). Para a votação acontecer, é necessário um quórum mínimo de 41 senadores no plenário.

O esforço é direcionado a Dario Berger (PMDB-SC), Lasier Martins (PSD-RS), Magno Malta (PR-ES), Omar Aziz (PSD-AM), Ronaldo Caiado (DEM-GO). "Parece que meu voto está na mira de todo mundo". Esse é 1 projeto que interessa à grande maioria dos congressistas.

Desde que a reforma trabalhista chegou ao Congresso, parlamentares que fazem parte da base apoio do presidente Temer e a oposição a discutem intensamente sobre os pontos considerados principais da nova lei: criação de obstáculos do ajuizamento de ações por parte de empregados contra patrões; o fim da obrigatoriedade da contribuição para sindicatos; flexibilização dos contratos de trabalho, permitindo negociação direta entre funcionários e empregadores; modificação no regime de férias, com a possibilidade de dividi-las em até três períodos. O relatório que deverá ser apreciado pelos senadores em plenário será o aprovado na CAE, do senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES). A votação de cada destaque também poderá ser encaminhada pelas lideranças. Raquel foi indicada ao cargo por Temer para suceder Rodrigo Janot, cujo mandato termina em setembro.

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