Saiba mais: Um terço do mundo não tem água potável em casa

Oceane Deschanel
Julho 15, 2017

Um relatório das Nações Unidas indica que o número de pessoas sem acesso a água potável em casa é de 2,1 mil milhões em todo o Mundo.

Criança toma banho em Kallyanpur, favela da capital de Bangladesh, Dhaka.

O director-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, afirmou que a água potável, o saneamento e higiene não deviam ser privilégios apenas dos que vivem em centros urbanos e em áreas ricas. Para o chefe da agência, os governos são responsáveis por assegurar que todos tenham acesso a esses serviços.

O número de pessoas sem acesso a saneamento básico, gerenciado de forma segura, é de 4,5 bilhões. Isso coloca a saúde de todas as pessoas - mas especialmente crianças pequenas - em risco de doenças, como a diarreia.

Como resultado, todos os anos 361 mil crianças com menos de 5 anos morrem devido a diarreia. O saneamento deficiente e a água contaminada também estão ligados à transmissão de doenças como cólera, disenteria, hepatite A e febre tifoide. Já a quantidade de moradores do planeta com algum saneamento básico é de 2,3 bilhões.

263 milhões de pessoas com serviços limitados, ou uma fonte de água melhorada que requer mais de 30 minutos para coletar água e 423 milhões de pessoas que tomaram água de poços e nascentes desprotegidos e 159 milhões de pessoas coletando água superficial não tratada de lagos, rios e córregos.

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Em 90 países, o avanço na área de saneamento básico é muito lento, o que leva a crer que a cobertura universal não será alcançada até 2030, quando se encerra o prazo para cumprimento da Agenda 2030, que estabelece os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas, que devem ser implementados por todos os países até aquele ano.

Cerca de 4,5 bilhões de pessoas no mundo – bem mais da metade da população global atual de 7,6 bilhões de habitantes - não têm acesso a saneamento básico seguro, segundo relatório recente divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Devido ao crescimento populacional, a defecação ao ar livre está aumentando na África subsaariana e na Oceania.

A situação mais grave acontece nos países em vias de desenvolvimento, sobretudo na África Subsaariana, em que, segundo o UNICEF e a OMS, 27% da população tem acesso a água e sabão, 26% debate-se com a falta de um desses produtos e 47% não tem qualquer possibilidade de obtê-los.

Segundo as duas organizações, uma das principais conclusões do estudo é a existência de um grande número da população mundial sem acesso a água potável, saneamento e higiene, significativamente mais nas zonas rurais do que nas urbanas. Mas esses serviços não garantem necessariamente o saneamento seguro, aquele que é ligado a uma rede de esgoto tratado, e à água potável.

Graças às pesquisas domiciliares realizadas globalmente, a análise do JMP tem contribuído para o estabelecimento de conexões entre o acesso a instalações de saneamento e melhores fontes de água e qualidade de vida.

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