Temer diz que, 'de volta à democracia', Venezuela pode retornar ao Mercosul

Patrice Gainsbourg
Agosto 8, 2017

Essa é a sanção máxima a um país que deixa de respeitar a ordem democrática. O país foi suspenso do bloco no sábado (5.ago) após decisão unânime dos chanceleres dos países fundadores do grupo -Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai.

"Esperamos que a Venezuela encontre o caminho para a recomposição da ordem democrática, do respeito à diversidade de visões e posições", afirmou Temer na mensagem.

Temer terminou a mensagem dizendo que os países esperam que a Venezuela volte à democracia e também ao Mercosul.

No vídeo, Temer justifica a decisão do Mercosul.

"Não há mais espaço para alternativas não democráticas na América do Sul", disse Temer.

Trump says nations 'must be tough' on North Korea
Despite the United States' insistence that North Korea halt its missile tests, US spy agencies detected the rogue communist regime loading two anti-ship cruise missiles on a patrol boat on the country's east coast just days ago. "We must be tough & decisive!", he wrote on Twitter .

Para Temer, a situação da Venezuela "tem vindo a deteriorar-se ao longo do tempo" e a anulação dos poderes da Assembleia Nacional, com maioria da oposição, para dar lugar à Assembleia Constituinte gerou "uma crescente preocupação". "Com prisões políticas, repressão a manifestações, esvaziamento dos poderes do legislativo e a convocação de assembleia constituinte".

Em nota emitida mais cedo, o Itamaraty informou que o governo brasileiro aproveitará a reunião para "reiterar o entendimento" que levou à suspensão da Venezuela do Mercosul, com base na cláusula democrática contida no Protocolo de Ushuaia.

De acordo com o governante, o Protocolo de Ushuaia exige que haja democracia nos países membros: "Isso é claríssimo, a plena vigência das instituições democráticas é condição essencial para o processo de integração no Mercosul". A medida dificulta a reintegração da Venezuela ao Mercosul.

A proposta de mudanças nas aposentadorias e pensões é a prioridade do governo no Congresso depois de Câmara dos Deputados barrar o prosseguimento ao Supremo Tribunal Federal (STF) da denúncia por corrupção passiva contra Temer apresentada pela Procuradoria Geral da República (PGR).

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