Trump volta a deixar aviso à Coreia do Norte

Patrice Gainsbourg
Agosto 13, 2017

Casa Branca mantém "medidas militares" como opção para resolver a crise. Segundo a iniciativa conjunta, a Coreia do Norte deveria comprometer-se a paralisar os seus programas nuclear e balístico e, como contrapartida, os EUA e a Coreia do Sul deveriam cessar os exercícios militares que realizam periodicamente.

Nesta sexta-feira, 11, o presidente Donald Trump retrucou a ameaça do líder norte-coreano Pyongyang, e afirmou que as armas norte-americanas estão prontas e carregadas.

Num outro contacto telefónico, Trump falou com Emmanuel Macron, tendo os dois presidentes discutido a questão da Coreia do Norte.

Procura-se um adulto para pôr ordem na troca de palavras belicosas entre os líderes dos EUA e da Coreia do Norte que nos últimos dias pôs o mundo à beira de um ataque de nervos.

Uma autoridade oficial, no entanto, insistiu que a diplomacia sobre a Coreia do Norte e a potencial sondagem comercial eram "totalmente não relacionadas", dizendo que a ação comercial não era uma tática de pressão.

Ohio Man, 20, Arrested in Car Attack — WashPost
Fields in custody and while charges were pending, they were investigating this as a homicide. Earlier today the Charlottesville Chief of Police announced that they had Mr.

O orientalista russo Aleksandr Vorontsov, na sua entrevista à Sputnik China, chamou de "chantagem" o adiamento dos EUA da aplicação das sanções definidas contra os bancos chineses após a China ter apoiado a resolução do Conselho de Segurança da ONU que impõe novas sanções contra a Coreia do Norte.

Por sua vez, os norte-coreanos têm detalhado planos para lançar mísseis na região do território americano de Guam, no Pacífico.

O presidente da França também ligou para Trump. Na sua propaganda, Pyongyang define-as como uma provocação e um "ato de agressão". Nem Washington, nem Seul, nem Pyongyang aceitaram o plano.

Oito anos depois do fim da Guerra da Coreia (1950-1953), Pequim e Pyongyang acordaram "um tratado de amizade, cooperação e assistência mútua", mas especialistas se questionam como esse pacto seria aplicado em caso de conflito. Os comentários de Trump seguiram-se a um relato divulgado no The Washington Post, citando um estudo da Agência de Informações do Departamento da Defesa, de que Pyongyang desenvolveu com êxito ogivas nucleares miniaturizadas a fim de as inserir em mísseis intercontinentais. O que não veio a suceder.

A remota e paradisíaca ilha de Guam, de apenas 550 km2 e onde vivem 162.000 pessoas, em sua maioria dedicados ao turismo, permanecia calma nesta quarta-feira diante da ameaça norte-coreana. "Essas (ameaças ) continuam sem parar, e nos preocupam muito".

Outros relatórios LazerEsportes

Discuta este artigo

SIGA O NOSSO JORNAL