Juízes de MS lideram ranking de produtividade entre tribunais do país

Judith Bessette
Setembro 5, 2017

Aliás no comparativo com um estado de proporções semelhantes - o Rio Grande do Sul - o Paraná também se sobressai, com 70 juízes e 600 servidores a mais.

Durante o lançamento da publicação, a presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, reconheceu as críticas à morosidade da Justiça.

Essas e outras informações estão em um balanço divulgado pelo #Conselho Nacional de Justiça. É o que revela a 13ª edição do Relatório Justiça em Números produzido pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça). “O Poder Judiciário quer se mostrar, exatamente para se aperfeiçoar. Eles veem evolução no atendimento que o Poder Judiciário presta ao cidadão, mas reconhecem que o serviço está aquém da demanda e que existe um contingente de brasileiros sem resposta, sem acesso à justiça.

Ritmo. Os juízes de primeira instância são os mais sobrecarregados: têm 94% do volume de trabalho, mas apenas 84% dos servidores.

Em relação à força de trabalho, o TJES reduziu seu número de pessoal entre 2015 e 2016 de 8.233 para 7.981 (-3%).

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De 2009 a 2016, subiu em 31% o número de ações pendentes em todo o poder Judiciário.

Do total de gastos do Judiciário, 75,9 bilhões de reais foi com gastos com recursos humanos -inclui, por exemplo, pagamentos de salários a magistrados e servidores.

Nesse valor estão incluídos, além do salário, benefícios (como férias e 13º salário) e despesas indenizatórias (como diárias, passagens e auxílio moradia).

O relatório revelou ainda quanto trabalham os magistrados. Em contrapartida, o número de sentenças aumentou e registrou 11,4%, a mais alta variação da série histórica da pesquisa.

Segundo o CNJ, até a sentença demora em média, 1 ano e 4 meses. Isso quer dizer que foram resolvidos apenas 27% de todos os processos. Que entre os valores ajustados, o maior deles foi em torno de 21%, que é do cargo de analista jurídico do Ministério Público. No entanto, segundo o documento, nunca os juízes emitiram tantas sentenças, de acordo com o levantamento anual produzido pelo CNJ.

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