Avanços em IA definirão país que dominará o mundo, diz Putin

Judith Bessette
Setembro 6, 2017

"Quem se tornar o líder nesta esfera [da IA] vai tornar-se no governante do mundo".

"A Inteligência Artificial é o futuro, não apenas para a Rússia, mas para toda a humanidade", disse Vladimir Putin, citado pela RT. Questionado ainda no Twitter sobre se estava a falar de uma guerra criada por máquinas, Musk respondeu que pode ser iniciada por um sistema de inteligência artificial, "se ele decidir que um ataque preemptivo é o caminho mais provável para a vitória". Ela traz oportunidades colossais, mas também ameaças difíceis de prever.

A pergunta que não quer calar, no entanto, é: será que realmente está na hora de se preocupar com o impacto que uma tecnologia dessas pode ter - para o bem e para o mal - nos seres humanos? A China e os EUA, não a Rússia, estão na frente desta corrida e, recentemente, as autoridades chinesas anunciaram a ambição de se tornarem líderes mundiais no desenvolvimento da IA em 2030.

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Isso é pela gente, é o que faz ser tão especial: ser algo só nosso". "Mas estamos felizes. Particularmente, eu amo uma grande história de amor", afirmou.

Além de possíveis benefícios em termos de produtividade, a IA também é vista como uma aliada dos países em possíveis guerras futuras. "Quando os drones de um lado forem destruídos pelos drones do outro, não haverá opção que não a rendição", disse Putin.

As tecnologias ligadas à IA já estão a ser usadas por várias empresas, como o Facebook, a Google a a Apple, para tratar a informação sobre os utilizadores.

A inteligência artificial é uma "uma ameaça fundamental para a existência da civilização humana" e as pessoas, de um modo geral, ainda não têm perfeita noção disto, lamentou em julho Elon Musk. Putin salientou que não gostaria de ver um só país a "monopolizar" a tecnologia, defendendo que se a Rússia "se tornar líder neste campo vai partilhar o conhecimento com o mundo inteiro, tal como as atuais tecnologias nucleares".

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