Coreia do Norte anuncia que realizou teste "perfeito" com bomba de hidrogênio

Patrice Gainsbourg
Setembro 6, 2017

Não houve confirmação independente de que a detonação, que gerou condenação internacional, foi de uma bomba de hidrogênio, mas o chefe de gabinete do Japão, Yoshihide Suga, disse que Tóquio não pode descartar a possibilidade de ter sido uma bomba de hidrogênio.

A Coreia do Norte afirmou esta terça-feira que o recente ensaio nuclear pretendeu transmitir uma mensagem directa aos Estados Unidos, garantindo que Washington terá "mais presentes" caso prossigam as "provocações imprudentes" e as "pressões" sob forma de sanções.

Trump, que afirmou depois do lançamento do míssel na semana passada que conversar com Pyongyang "não é a resposta", fez um tweet dizendo que o teste de domingo mostrou que as "palavras e ações (da Coreia do Norte) continuam sendo muito hostis e perigosas para os Estados Unidos".

A bomba foi desenhada para ser montada no recentemente desenvolvido míssil balístico intercontinental do país, disse a Coreia do Norte.

O sismo, conforme o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS), que monitoriza a actividade sísmica mundial, alcançou magnitude 6.3 tendo epicentro a 24 quilómetros da localidade de Sungjibaegam, na província de Hamgyong Norte, no nordeste da Coreia do Norte.

Bonner machuca o pé, precisa cancelar férias e é substituído no JN
Ele se formou em Publicidade pela Escola de Comunicação e Artes da USP (Universidade de São Paulo), onde foi locutor de rádio. De acordo com o jornalista Daniel Castro , Bonner estava com férias agendas para a a Itália e teve que cancelar as passagens.

Além disso, o presidente da Rússia, Vladimir Putin, se encontrou ainda neste domingo com seu contraparte chinês, Xi Jinping, por ocasião da cúpula dos BRICS.

O presidente francês Emmanuel Macron pediu por ação do Conselho de Segurança das Nações Unidas.

A comunidade internacional condenou unanimemente o novo desenvolvimento de armamento norte-coreano. "Eles parecem estar mais perto de uma bomba de hidrogênio que, se armada em um míssil, seria inquestionavelmente uma ameaça em uma nova ordem", disse Johnson à rede de TV Sky News, acrescentando não haver soluções militares "palatáveis" para a questão.

A Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), que não tem acesso à Coreia do Norte, chamou o teste nuclear, o sexto de Pyongyang desde 2006, de "um ato extremamente lamentável" que "desconsiderou completamente as demandas repetidas da comunidade internacional".

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