Angola/Eleições: PR de Cabo Verde felicita João Lourenço por eleição como Presidente

Rebecca Barbier
Setembro 7, 2017

A responsável do MPLA com funções delegadas na CNE adiantou que foi recorrente, no plenário de hoje, os mandatários de algumas formações políticas concorrentes terem feito de forma "muito persistente e incisiva" abordagens referentes a situações ocorridas a nível das províncias, questões que já foram tratadas nas respostas que a CNE proferiu em anteriores reclamações apresentadas pela UNITA e CASA-CE.

Num texto publicado no Maka Angola, um site abertamente contra o MPLA, o partido de José Eduardo dos Santos é acusado de ter conseguido uma vitória "falsa" que pode até "ficar institucionalizada" apesar de todo o povo angolano ficar a saber "que ela não corresponde à verdade".

Em Bruxelas, onde participou numa iniciativa promovida pela eurodeputada Ana Gomes, o jornalista e ativista angolano salientou que "não houve apuramento de votos em 14 das 18 províncias" do país.

A UNITA contesta os resultados e anunciou que vai impugnar as eleições.

A condição rara que afeta Kate Middleton — Hyperemesis gravidarum
Na instituição de ensino, o herdeiro do trono britânico será chamado pelos colegas e professores como George de Cambridge. O casal, que deu o nó a 29 de abril de 2011, já é pai George , de 4 anos, e Charlotte , de 2.

Rafael Marques, jornalista perseguido por revelar a corrupção e o caso dos diamantes de sangue, lembrou que há membros da própria Comissão Nacional Eleitoral (CNE) angolana a pôr em causa a veracidade dos resultados das eleições gerais, que consagram João Lourenço como próximo Presidente angolano. No entanto, só ontem ao final da tarde é que a CNE oficializou a vitória do candidato do MPLA nas eleições gerais.

Num comunicado enviado à imprensa, o Comité Permanente da Comissão Política da UNITA declara que as "eleições foram realizadas sob numerosas infrações" em todo o processo eleitoral e dá o exemplo da que considera ser "a mais recente fraude", "a não realização do apuramento provincial dos resultados eleitorais em conformidade com a lei". Entre eles a "estratificação ilegal do eleitorado e obstrução do exercício do direito de voto de mais de dois milhões de eleitores previamente identificados", a "manipulação do mapeamento eleitoral e não certificação atempada dos cadernos eleitorais", "a exclusão, pelo Partido Estado, de cerca de dois milhões de eleitores", e "o processo não transparente de credenciamento de delegados de lista".

Na segunda posição, surge o partido liderado por Isaías Samakuva, a UNITA, com um milhão, 818 mil e 903 votos (26,68%), o que lhe confere 51 deputados eleitos.

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