Coreia do Norte diz que EUA vão receber mais 'pacotes de presente'

Patrice Gainsbourg
Setembro 7, 2017

As informações são da agência espanhola EFE.

Em um telefonema de "cerca de 45 minutos", segundo o presidente Donald Trump, ele ouviu do líder chinês, Xi Jinping, que Pequim quer resolver a questão do programa nuclear norte-coreano com "conversas e meios pacíficos".

"Por isso, queria trocar opiniões consigo sobre como podemos frear as provocações norte-coreanas, sobre como encontrar vias de solução a estes problemas", acrescentou.

"Não devemos nos deixar levar pelas emoções e encurralar a Coreia do Norte", disse o presidente russo, ao final da reunião com o sul-coreano Moon Jae-in, em Vladivostok.

Novo carro de Ronaldo custou meio milhão de euros
Cristiano Ronaldo está com um novo "bebê" em casa e dessa vez não é mais um filho, não, e sim a nova Ferrari do craque. Ele também é dono de uma Lamborghini Aventador LP 700-4.

A China, principal aliada e parceira comercial da Coreia do Norte, bem como a Rússia, argumentam que as sanções apenas não solucionarão a crise norte-coreana e pedem diálogo com Pyongyang.

"Agora, como nunca, é necessário manter o sangue frio e evitar passos que conduzam à escalada da tensão", disse Putin.

Em relação ao último teste nuclear, no domingo passado, em que assegurou ter testado uma bomba H (de hidrogénio, mais potente que uma bomba atómica convencional), que pode ser instalada num míssil intercontinental, a Coreia do Norte disse que "ninguém tem direito a criticar o nosso teste" e classificou-o como um procedimento "rotineiro e indispensável" ao seu desenvolvimento.

Moon, por sua parte, se mostrou satisfeito com a compreensão "e apoio" manifestado pelo presidente russo aos esforços do governo sul-coreano para garantir uma paz sólida na península coreana. "O meu país ainda está tecnicamente em guerra com os Estados Unidos", prosseguiu, em entrevista à TSF, o embaixador da Coreia do Norte em Madrid, deixando claro que "as outras pessoas, os outros povos do mundo, não têm que se preocupar com as nossas armas nucleares".

Outros relatórios LazerEsportes

Discuta este artigo

SIGA O NOSSO JORNAL