EUA promete 'resposta militar massiva' à Coreia do Norte

Patrice Gainsbourg
Setembro 7, 2017

"Os ensaios balísticos e nucleares da Coreia do Norte estão continuando, a presença militar dos EUA na zona aumenta e a retórica belicista de ambas as partes está crescendo, levando a situação à beira de um conflito armado com consequências imprevisíveis e verdadeiramente catastróficas", disse ele.

Pyongyang acusou Washington de tentar "difamar" a Coreia do Norte, ao acusar o país de tentar começar uma guerra, e afirmou que "os comentários disparatados e beligerantes de 'fogo é fúria' de [Donald] Trump" demonstram que são os Estados Unidos que estão a "pedir guerra", ignorando a comunidade internacional.

"Com base nisso pode calcular-se que a potência do teste nuclear foi de cerca de 160 mil toneladas", explicou o ministro da Defesa, Itsunori Onodera, sobre a explosão nuclear realizada pela Coreia do Norte, no domingo.

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, condenou nesta terça-feira o último teste nuclear da Coreia do Norte como uma "violação flagrante" das convenções internacionais, mas acrescentou que só poderá haver uma "solução diplomática e pacífica" para a crise atual.

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Em Vladivostok, Rússia, o presidente sul-coreano, Moon Jae-In, tentou sem muito sucesso convencer seu homólogo russo, Vladimir Putin, a suspender o fornecimento de combustível à Coreia do Norte.

"A Coreia do Sul está a compreender, como eu lhes disse, que a sua conversa de apaziguamento com a Coreia do Norte não funciona, eles só entendem uma coisa!", afirmou no terceiro 'tweet' publicado. "Como nunca, todos devem mostrar comedimento e se abster de adotar passos que levem a uma escalada e a tensões", disse ele.

"Os Estados Unidos continuarão a receber mais pacotes de presente do meu país enquanto continuarem recorrendo a provocações imprudentes e tentativas fúteis de colocar pressão na Coreia do Norte", disse, segundo a Reuters.

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