Governo de Madrid tenta travar referendo na Catalunha

Vincent De Villiers
Setembro 7, 2017

Em pronunciamento posterior à imprensa, Rajoy explicou que o Executivo também pediu que se notificasse "pessoalmente" a suspensão das normas ao presidente da Catalunha, Carles Puigdemont, a todo seu governo e outros funcionários de alto escalão relacionados com o referendo.

O parecer prévio do Conselho de Estado é obrigatório para que o Governo possa recorrer da lei do referendo. Ausentaram-se na altura da votação o Partido Popular, Cidadãos e Partido Socialista da Catalunha. Em Espanha pode-se ser independentista, defender a ruptura da soberania nacional ou propor outra iniciativa política.

Rajoy ainda afirmou que o governo, que se reuniu em sessão extraordinária, apresentará um "recurso imediato de inconstitucionalidade" à Corte sobre o texto aprovado ontem (6) pelos catalães e que marca a votação para 1º de outubro.

Pesquisas feitas na região do nordeste espanhol, cuja capital é Barcelona, mostram que o apoio à separação diminui à medida que a economia do país melhora.

Arsenal terá chegado a acordo com o Monaco por valor recorde — Lemar
Na quinta-feira, Lemar marcou seus dois primeiros gols pela seleção francesa, na vitória sobre a Holanda (4-0), pelas eliminatórias para a Copa do Mundo da Rússia-2018. "O Lemar optou por ficar no Mónaco.

Os partidos separatistas têm uma maioria de deputados no parlamento regional da Catalunha desde setembro de 2015, o que lhes deu a força necessária, em 2016, para declararem que iriam organizar este ano um referendo sobre a independência, mesmo sem o acordo de Madrid.

O Governo pedirá ao Tribunal Constitucional a nulidade da lei que permite convocar o referendo na Catalunha, aprovada na quarta pelo Parlamento regional, e outras decisões adotadas pelo governo catalão para prepará-lo.

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