Coreia do Norte afirma que EUA pagarão 'devido preço' por sanções

Judith Bessette
Setembro 11, 2017

A Coreia do Norte voltou esta segunda-feira a ameaçar que os Estados Unidos vão "pagar caro" o fato de estarem a liderar os esforços para endurecer as sanções contra o regime de Pyongyang.

Diante da oposição da Rússia e da China, o governo dos Estados Unidos também aceitou não congelar os bens do líder norte-coreano, Kim Jong-Un, e suavizou sua posição sobre os trabalhadores norte-coreanos expatriados e a inspeção à força dos navios suspeitos de transportar cargas proibidas pelas resoluções da ONU.

A China é o principal aliado diplomático e maior parceiro comercial da Coreia do Norte.

A pedido de Washington, o Conselho de Segurança das Nações Unidas deve pronunciar-se esta segunda-feira sobre o texto que contempla novas sanções contra o regime de Kim Jong-un, acusado de ameaçar a paz com os seus programas de armamento nuclear e convencional.

A Coreia do Norte realizou, em 03 de setembro, o seu sexto ensaio nuclear, que disse ter-se tratado de uma bomba de hidrogénio, ou bomba H miniaturizada, apta a ser colocada num míssil balístico intercontinental (ICBM).

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O teste com uma bomba de hidrogénio foi o mais potente já realizado pelo regime norte-coreano e suscitou a condenação da comunidade internacional, aumentando a tensão na região.

Estas atividades nucleares e balísticas violam as resoluções das Nações Unidas, que já infligiram várias sanções a Pyongyang.

A KCNA, que é a agência de notícias da Coreia do Norte, reproduziu um novo comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros, ameaçando os Estados Unidos. Contudo, a administração liderada por Donald Trump reivindica uma votação em seis dias.

"O mundo verá como a Coreia do Norte domará os bandidos dos Estados Unidos tomando uma série de ações mais duras do que eles jamais imaginaram", acrescentou o porta-voz, cujo nome não foi informado.

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