Comércio registra variação nula nas vendas em julho

Judith Bessette
Setembro 13, 2017

RIO - (Atualizada às 11h17) O volume de vendas no varejo restrito ficou estável em julho, na comparação ao mês anterior, na série com ajuste sazonal, mostra a Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O setor de combustíveis e lubrificantes registrou queda (-1,6%) na mesma comparação, como também artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,4%) e artigos de uso pessoal e doméstico (-0,2%). O dado de junho foi revisado de alta de 1,2% para 0,9%.

O resultado de julho veio em linha com a média estimada pelo Valor Data, apurada em 23 consultorias e instituições financeiras, de estabilidade.

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Juventus: Buffon - De Sciglio, Barzagli, Chiellini, Alex Sandro - Matuidi, Pjanic - Douglas Costa, Dybala, Sturaro - Higuaín. Depois de seu gol, o time italiano não conseguiu mais reagir e praticamente não levou mais perigo ao gol de Ter Stegen.

De acordo com o IBGE, houve equilíbrio entre resultados positivos e negativos nos oito segmentos que compõem o comércio varejista. Isabella Nunes chamou atenção também para o fato de que todas as atividades mostram uma recuperação no mês de julho, exceto combustíveis que mostram resultado negativo.

Na comparação com o mesmo mês em 2016, o crescimento foi de 3,1%, puxado principalmente pelo crescimento positivo nas áreas de tecidos, vestuário e calçados (15,5%) e móveis e eletrodomésticos (12,7%). Além disso, o setor também apresentou um resultado positivo, de 0,5%, no mês de junho em relação ao mesmo período de 2016.

O varejo ampliado (inclui veículos e material de construção) avançou 0,2% em relação a junho, com destaque para a alta de 0,9% na venda de material de construção. A entidade apontou ainda como fundamental a recuperação do mercado de trabalho a partir da segunda metade do ano e a reativação dos investimentos como condição necessária para a sustentabilidade do desempenho do comércio. Bens de dinamismo, como celulose, minérios de ferro, petróleo e derivados da extração de soja, bem como bens de consumo semi e não-duráveis, tais como vestuário e calçados, também se destacaram. Conforme o IBGE, o resultado foi influenciado pela combinação da redução de 0,8% das vendas em veículos e motos, partes e peças e do avanço de 0,9% em material de construção em julho de 2017, se comparado ao mês anterior. Outros estados importantes na produção de grãos foram Goiás (9,6%), Mato Grosso do Sul (7,9%), Minas Gerais (5,9%), São Paulo (3,8%), Bahia (3,3%), Santa Catarina (2,9%) e Maranhão (1,8%) que integram também o grupo dos dez maiores produtores do País. Por outro lado, Tocantins (-5,3%) apresentou recuo mais acentuado no varejo no mesmo período.

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