Ameaças de bomba obrigam à remoção de 10 mil pessoas em Moscovo

Patrice Gainsbourg
Setembro 14, 2017

No total, foram ameaças mais de 20 cidades.

Desde o início de sua intervenção militar na Síria, em setembro de 2015, a Rússia, aliada do regime de Bashar Al-Asad, tem sido ameaçada pelo grupo Estado islâmico (EI) e pela ex-facção síria da Al-Qaeda.

As forças de segurança estão a fazer buscas nos locais afetados e a usar cães polícia para procurarem eventuais engenhos explosivos.

Até ao momento ainda não foi descoberto qualquer engenho explosivo.

Segunda a mesma fonte policial, as ameaças parecem tratar-se de "terrorismo telefónico e nada mais, mas todas as chamadas têm de ser verificadas".

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As estações de comboio de Leningradsky, Kazansky e Kievsky e a Universidade de Medicina Sechenov e a Universidade de Relações Internacionais MGIMO foram evacuadas, assim como os maiores centros comerciais de Moscovo, incluindo a célebre galeria comercial Goum, na Praça Vermelha.

Segundo a RT, não é a primeira vez que ameaças de bomba obrigam a grandes evacuações na Rússia nos últimos dias.

Esta está a ser uma semana difícil para as autoridades russas, com mais de 20 cidades afetadas por ameaças anónimas que, até agora, se revelaram falsas.

As autoridades russas não reagiram publicamente a esta onda de alertas.

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