Flórida: O antes e o depois do furacão Irma

Patrice Gainsbourg
Setembro 14, 2017

Efeitos da passagem do furacão Irma pela Flórida, como o colapso no fornecimento de energia no Estado, provocaram ontem a morte de seis idosos em uma casa de repouso da região, em virtude do calor excessivo.

Risco persiste Segundo o Centro Nacional de Furacões dos EUA (NHC), depois a tempestade enfraqueceu até à categoria 1 com ventos de até 136 km/h.

Autoridades de gestão de emergência da Flórida confirmaram 12 mortes relacionadas ao Irma na terça-feira (sem contar as vítimas da casa de repouso), enquanto autoridades na Georgia e Carolina do Sul relataram 3 mortes cada causadas pela tempestade e por suas consequências imediatas.

"Esse vai ser um evento frustrante".

O asilo estava sem ar condicionado, disse a prefeita do condado de Broward, Barbara Sharief, aos repórteres nesta quarta-feira.

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Segundo os senadores, a atitude foi tomada pela discordância com a escolha do deputado Carlos Marun (PMDB-MS) para a relatoria . Delegado Francischini (SD-PR) foi indicado para relatar o referente a contratos, empréstimos e ao acordo de colaboração.

"O presidente realizará uma viagem à Flórida na quinta-feira", afirmou a porta-voz da presidência dos EUA, Sarah Huckabee Sanders, dizendo não ter detalhes sobre os lugares exatos que serão visitados pelo chefe de Estado norte-americano. O enviado especial do jornal O GLOBO na cidade, Henrique Gomes Batista, conversou com moradora sobre a volta à vida normal na região, onde milhares de pessoas tiveram que deixar suas casas e 6,2 milhões de pessoas continuavam sem eletricidade.

Antes do anúncio das mortes, o número de mortes pelo furacão Irma, que foi classificado como um dos furacões mais potentes já registrados no Atlântico e o segundo grande furacão a atingir o território norte-americano nessa temporada, subiu tinha subido para 61, segundo a Reuters. O furacão Harvey chegou a Houston no final do último mês, deixando cerca de 60 mortos e causando danos de aproximadamente 180 bilhões de dólares, em grande parte por enchentes.

Nesta quarta-feira, o aeroporto de Miami ainda operava com 50% de sua capacidade.

Mas a extensão dos danos na Flórida e em Estados vizinhos não se compara à devastação absoluta deixada pelo Irma como furacão de categoria 5 em partes do Caribe, onde a tempestade matou mais de 40 pessoas, ao menos 10 delas em Cuba, antes de direcionar sua fúria para a Flórida.

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