Justiça Federal remete ao STF investigação do ex-ministro Geddel Vieira Lima

Patrice Gainsbourg
Setembro 14, 2017

A última vez que o deputado marcou presença no plenário da Casa foi no dia 4 de setembro, um dia antes da operação policial que descobriu o "bunker" de Geddel em Salvador. Os trabalhos estão sendo conduzidos por Lázaro Botelho (PP-TO).

A investigação sobre o "tesouro" escondido pelo ex-ministro poderá ser enviada nos próximos dias para análise do Supremo Tribunal Federal (STF) porque a Polícia Federal encontrou indícios de envolvimento do deputado nos crimes sob investigação. Ou seja: ele só poder ser investigado pela corte máxima.

Geddel está preso desde a semana passada no Presídio da Papuda, após a Polícia Federal (PF) encontrar mais de R$ 51 milhões em um apartamento emprestado por um amigo. Além disso, no local, foi encontrada uma fatura em nome de Marinalva Teixeira de Jesus, apontada como empregada doméstica do congressista. Ministro Fachin decidirá se caso ficará no STF.

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"Conclui-se que, embora não existam indícios de participação do deputado Lúcio Vieira Lima nos fatos anteriores à apreensão dos valores, porque até agora somente vinculados às pessoas de Geddel Vieira e Gustavo Pedreira, o certo é que a partir de agora, diante da existência de sinais de provas capazes de levá-lo a eventual indiciamento no delito de lavagem de dinheiro, delito este que até o que se sabe possui relação com o anterior, o processo não poderá prosseguir neste Juízo", disse o juiz em sua decisão.

O deputado, que sempre costuma atender ligações e responder mensagens de texto, não retornou às chamadas telefônicas da reportagem.

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