Ministério Público pede que Eurico seja destituído da presidência do Vasco

Judith Bessette
Setembro 14, 2017

A relação de Eurico Miranda com as organizadas é, segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, antiga e serviu de base para o pedido de destituição do atual presidente do Vasco.

Além da destituição definitiva de Eurico, a ação pede também a saída dos vice-presidentes do Vasco, da diretoria e o pagamento de multa de R$ 500. Segundo o Ministério Público, a insegurança durante jogos é estimulada pela prática do clube em apoiar e incentivar a torcida organizada força jovem, atualmente punida com ordem de afastamento de qualquer arena esportiva por conta de episódios de violência. David foi baleado no tórax nas imediações de São Januário em decorrência do conflito iniciado dentro do estádio no dia 8 de julho, quando o Vasco enfrentou o Flamengo.

A torcida teria provocado a briga generalizada que resultou na morte do torcedor vascaíno David Rocha Lopes, de 27 anos. Os promotores acreditam que o clube descumpre artigos do Estatuto do Torcedor referentes à prevenção da violência nos estádios.

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Segundo o documento, a contratação pelo clube de integrantes da Força Jovem compromete a ação da polícia na segurança dos estádios, facilitando a entrada de instrumentos e objetos que jamais passariam por revistas.

Ainda de acordo com a ação, chegou a ser inaugurado no estádio do Vasco um camarote para torcida organizada banida.

Segundo o Ministério Público, os dirigentes mantinham contatos com a torcida organizada Força Jovem.

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