Fachin submete ao Plenário envio à Câmara de nova denúncia contra Temer

Patrice Gainsbourg
Setembro 15, 2017

Vale ressaltar que o intuito do procurador-geral e chefe do Ministério Público Federal é apresentar a denúncia contra o presidente da República #Michel Temer, como resultado dos desdobramentos das investigações inerentes ao caso JBS, que envolve o mandatário do país, com pelos menos, duas acusações de crimes a ele imputados, como prática de organização criminosa e obstrução de Justiça.

O Planalto avalia que o cenário é mais favorável a Temer do que na primeira denúncia. Agora, a avaliação é que a situação é mais tranquila, mas é preciso "ficar de olho", segundo um aliado.

O presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa, deputado Rodrigo Pacheco, do PMDB, divulgou um vídeo nas redes sociais explicando a tramitação.

O principal motivo para a mudança de postura do ministro em relação à primeira denúncia foi a possibilidade de cancelamento do acordo de colaboração premiada de Joesley Batista e de Ricardo Saud.

Agora, querem saber o humor de Pacheco e dizem que a relatoria está sendo negociada.

"A base vai vender dificuldades para colher facilidades", resumiu um interlocutor de Temer ao O Globo.

ONU condena lançamento de míssil por Coreia do Norte
Esta é oitava rodada de sanções aprovada pelo Conselho de Segurança contra a Coreia do Norte por seu programa nuclear. Os Estados Unidos já pensam em invadir a Coreia do Norte neste contexto.

Aliados mais próximos ao presidente já estão trabalhando diretamente com Mariz.

O prosseguimento da primeira denúncia apresentada pela PGR contra o presidente pelo suposto crime de corrupção não foi autorizada pela Câmara.

- É uma ânsia muito grande do procurador Janot e de toda equipe dele de colocar todas essas denúncias para fora da Procuradoria agora.

O julgamento sobre a suspensão da denúncia começou nesta quarta (13) no plenário, mas não houve tempo para a tomada dos votos dos 11 ministros. No plano político, a ordem é que os aliados defendam esse adiamento e ainda redobrem os ataques a Janot, destacando que ele mesmo se desgastou ao admitir "omissões gravíssimas" no processo de delação da JBS e montem um grupo de ataque a Janot, à JBS e ao ex-procurador Marcelo Miller dentro da CPI da JBS. "As chances, hoje, de qualquer mudança na Previdência são mínimas", admitiu o deputado Efraim Filho (PB), líder do DEM na Câmara, em evento na sede da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) do Distrito Federal, na última quarta-feira.

O brasileiro merece. Todo mundo vendo o que acontece e porque ninguém vai pra rua?

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