Morreu o panda mais velho do mundo

Patrice Gainsbourg
Setembro 15, 2017

Basi contava 37 anos, a idade mais alta alguma vez alcançada por um panda em cativeiro e o equivalente a mais de uma centena de anos para os humanos.

A fêmea "Basi" terá vivido bastante mais tempo do que os congéneres, já que estes ursos têm uma esperança média de vida de cerca de 20 anos. A morte não foi exceção: a televisão pública chinesa transmitiu, em direto, a cerimónia fúnebre no zoológico onde vivia.

O corpo de Basi vai ser colocado num museu, adiantou Chen Yucun, director do centro. O panda foi resgatada aos quatro anos da vida selvagem quando caiu a um rio, tendo precisado de tratamento médico e passado a viver em cativeiro. Os seus aniversários eram festejados em grande estilo e com grande entusiasmo e o animal tornou-se quase uma espécie de melhor amigo dos cidadãos chineses. O representante acrescentou que Basi inspirou a mascote para os primeiros jogos asiáticos em 1990: "Ela era um anjo de amizade, tanto em casa como lá fora".

Tony Carreira já reagiu às acusações de plágio
Desta forma, "o Tony Carreira considera a queixa sem fundamento e insuscetível de perturbar o seu trabalho em prol de um público que o segue há 30 anos".

A China desenvolveu importantes meios para preservar a espécie e habitat, o que levou a União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN) a retirar, em 2016, o panda gigante da lista das espécies mais ameaçadas de extinção.

Atualmente há menos de dois mil pandas gigantes vivem em liberdade.

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