China evita condenar de forma explicita último lançamento de um míssil

Patrice Gainsbourg
Setembro 16, 2017

A China deve utilizar suas exportações de petróleo para a Coreia do Norte como forma de pressionar o regime de Pyongyang visando uma saída diplomática para a crise nuclear norte-coreana, declarou nesta quinta-feira o secretário americano de Estado, Rex Tillerson. De acordo com a CNN citada pelo Uuronews, a emissora NHK mostrou um aviso do governo de que "um míssil" da Coreia do Norte passou por Hokkaido, no norte do Japão, e desembarcou no Oceano Pacífico.

O lançamento foi feito na noite de ontem (14), do aeroporto de Pyongyang, a capital norte-coreana.

Pouco depois de ser conhecido o disparo, o Conselho de Segurança da ONU anunciou a realização de uma reunião para hoje, a partir das 15h00 locais (20h00 em Lisboa).

O presidente Donald Trump ainda não falou o último lançamento de míssil, mas o país tem defendido sanções mais severas e confronto militar caso a Coreia do Norte ataque territórios norte-americanos ou de países aliados.

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O cargo era para Nuno Gomes, mas este declinou por considerar uma despromoção após ter sido diretor da academia do Seixal. O antigo internacional jogou no Benfica entre 2001 e 2007, antes de sair para o Atlético de Madrid.

O Comitê da Coreia para a Paz na Ásia-Pacífico, que lida com as relações internacionais da Coreia do Norte, também pediu a dissolução do Conselho de Segurança da ONU, chamando-o de "ferramenta do mal" dos EUA para utilizar países "subordinados".

A Coreia do Norte prometeu acelerar seus programas militares proibidos em resposta às "maléficas" sanções impostas pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) após o sexto teste nuclear do país.

O míssil superou assim a distância percorrida pelos de modelos similares usados nos dois testes anteriores, mostrando ter capacidade suficiente para chegar à ilha de Guam, que acolhe importantes bases navais dos Estados Unidos, assinalou Itsunori Onedera.

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