Defesa de irmãos Batista entra com pedido de habeas corpus no STJ

Judith Bessette
Setembro 16, 2017

A defesa alega que a prisão é ilegal porque "não há fato novo que justifique a drástica medida".

O Tribunal Regional Federal da 3ª região negou nesta sexta-feira pedidos de habeas corpus feitos pelos defensores dos irmãos Joesley e Wesley Batista, controladores da processadora de carne JBS.

Nessa operação, os irmãos são investigados pelo uso indevido de informações privilegiadas em transações no mercado financeiro ocorridas entre abril e 17 de maio de 2017, data da divulgação de informações relacionadas à delação premiada firmada pelos executivos e a Procuradoria-Geral da República. No domingo (10), o empresário e o executivo Ricardo Saud, do Grupo J&F, foram presos temporariamente por ordem do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), por suspeita de violação de sua delação premiada. Mas pelo menos em relação a Joesley isso não será possível. A decisão é desta quinta-feira (14).

Os dois empresários estão presos na carceragem da Polícia Federal em São Paulo, no bairro da Lapa.

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Segundo a Polícia Federal, há indícios de que essas operações ocorreram com o uso de informações privilegiadas e geraram vantagens indevidas no mercado de capitais em um contexto em quase todos os investidores tiveram prejuízos financeiros, "manipulando o mercado e fazendo com que seus acionistas absorvessem parte do prejuízo decorrente da baixa das ações que, de outra maneira, somente a FB Participações, uma empresa de capital fechado, teria sofrido sozinha", informou a PF.

Durante a tarde, aconteceu a audiência de custódia de Joesley Batista, na Justiça Federal.

O primeiro fato é relacionado à venda de ações da rede de frigoríficos JBS, conforme explicou na quarta-feira (após a prisão de Wesley), o delegado Victor Alves, que é chefe da Delegacia de Repressão à Corrupção e Crimes Financeiros da PF. O documento integra a representação pelo encarceramento dos empresários.

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