UE reforça sanções com novo endurecimento já em agenda — Coreia do Norte

Patrice Gainsbourg
Setembro 16, 2017

O Japão emitiu um alerta através de telefones celulares e da televisão, avisando sobre o lançamento da Coreia do Norte e pedindo à população que se abrigasse.

O presidente dos EUA, Donald Trump, e o presidente chinês, Xi Jinping, caminham juntos em sua residência em Mar-a-Lago em Palm Beach, na Flórida Foto: JIM WATSON / AFPAcordo entre EUA e ChinaUm acordo entre os dois países parece uma boa opção, mas está distante.

O Pentágono confirmou o lançamento.

"O Comando americano do Pacífico determinou que este míssil balístico não representou uma ameaça para Guam", acrescentou o Pentágono.

O lançamento do míssil balístico ocorreu por volta das 19h de quinta-feira (de Brasília, 7h da manhã de sexta-feira na hora local). Um diplomata disse à France Presse que o debate acontecerá a portas fechadas.

O governo do Japão informou na tarde desta quinta-feira que um míssil foi lançado da Coreia do Norte e, provavelmente, passou sobre território japonês, segundo a rede de notícias japonesa NHK.

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De acordo com o DER-SP (Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo), não há previsão para liberação. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) confirmou já a morte de dois homens e de uma mulher.

Pyongyang havia prometido na quarta (13) acelerar seus programas militares proibidos em resposta às "maléficas" sanções da ONU.

O Conselho de Segurança aprovou por unanimidade uma resolução proposta pelos EUA e sanções que preveem a proibição das exportações têxteis norte-coreanas, um produto estratégico que dá as segundas maiores receitas ao país.

Autoridades da Coreia do Sul e dos EUA estão analisando os detalhes do lançamento, segundo escritório das Forças Armadas em Seul.

Trump anunciou a intenção de visitar China, Japão e Coreia do Sul em novembro, em sua primeira visita à Ásia. A ilha fica a 3.400 km da Coreia do Norte.

O chefe da diplomacia norte-americana dirigiu o apelo particularmente à China e à Rússia, que têm estreitos laços com a Coreia do Norte, e exortou Pequim e Moscovo a mostrar a sua "intolerância face a estes imprudentes lançamentos de mísseis e a empreender as suas próprias ações diretas" contra Pyongyang.

Na passada terça-feira, a Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros saudou as novas sanções adotadas pelo Conselho de Segurança das Nações Unidas contra a Coreia do Norte, considerando que a comunidade internacional "fez o que tinha a fazer".

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