Joesley Batista é transferido de Brasília para São Paulo

Judith Bessette
Setembro 17, 2017

A princípio, o mandado era de prisão temporária.

Sobre a denúncia por organização criminosa feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal, contra o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o advogado Daniel Gerber que defende o ministro afirma: "Entendo como equivocada o oferecimento de uma denúncia com base em delações que estão sob suspeita, mas iremos demonstrar nos autos a inexistência da hipótese acusatória".

De acordo com a cota da denúncia, algumas das provas apresentadas ao Supremo foram obtidas por meio da delação de Joesley e Saud.

Sobre a decisão do ministro Fachin em não suspender a delação temporariamente, o defensor diz que é prudente.

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Autoridades da Coreia do Sul e dos EUA estão analisando os detalhes do lançamento, segundo escritório das Forças Armadas em Seul. Pyongyang havia prometido na quarta (13) acelerar seus programas militares proibidos em resposta às "maléficas" sanções da ONU.

Ele chamou de "covardia" a rescisão de seu acordo de delação premiada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O empresário seguiu a linha de defesa de seu time de advogados e destacou que as críticas sofridas por Janot, em razão da imunidade penal concedida aos delatores da JBS, seriam a razão para o pedido de cancelamento das colaborações. "O primeiro ocorre por descumprimento de cláusulas do acordo por uma das partes, enquanto que o segundo se dá por um vício legal de formação do acordo, como a desobediência aos termos da Lei 12.850/2013 ou vícios na formação do contrato (vontade, forma e objeto)". Para o PGR, houve violação do acordo de colaboração premiada por parte de Joesley Batista e Ricardo Saud ao omitirem do Ministério Público Federal a informação de que possuíam áudios em seu poder, inclusive pelo menos um no qual o próprio Joesley reconhece que há o relato de crime por parte de terceiro. O Valor apurou, no entanto, que a PGR pretende revogar todos os acordos, por entender que os delatores participaram das irregularidades envolvendo o ex-procurador da República Marcello Miller. Uma suspeita de crime contra o senador constava de áudio de conversa entre Joesley e Saud que não foi inicialmente entregue no acordo de colaboração.

Segundo os investigadores, em maio, um dia antes do vazamento da delação de Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud, os acionistas controladores da JBS promoveram uma venda milionária de ações da companhia.

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