Joesley Batista é transferido de Brasília para São Paulo

Judith Bessette
Setembro 17, 2017

A princípio, o mandado era de prisão temporária.

Sobre a denúncia por organização criminosa feita pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot ao Supremo Tribunal Federal, contra o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, o advogado Daniel Gerber que defende o ministro afirma: "Entendo como equivocada o oferecimento de uma denúncia com base em delações que estão sob suspeita, mas iremos demonstrar nos autos a inexistência da hipótese acusatória".

De acordo com a cota da denúncia, algumas das provas apresentadas ao Supremo foram obtidas por meio da delação de Joesley e Saud.

Sobre a decisão do ministro Fachin em não suspender a delação temporariamente, o defensor diz que é prudente.

Cruzeiro e Bahia se enfrentam em momentos opostos no Brasileirão
São eles os volantes Lucas Romero e Ariel Cabral, os zagueiros Dedé e Manoel e os atacantes Rafael Marques e Judivan. O titular no Campeonato Brasileiro, Sassá , sofre com dores no joelho e não vai para o jogo.

Ele chamou de "covardia" a rescisão de seu acordo de delação premiada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

O empresário seguiu a linha de defesa de seu time de advogados e destacou que as críticas sofridas por Janot, em razão da imunidade penal concedida aos delatores da JBS, seriam a razão para o pedido de cancelamento das colaborações. "O primeiro ocorre por descumprimento de cláusulas do acordo por uma das partes, enquanto que o segundo se dá por um vício legal de formação do acordo, como a desobediência aos termos da Lei 12.850/2013 ou vícios na formação do contrato (vontade, forma e objeto)". Para o PGR, houve violação do acordo de colaboração premiada por parte de Joesley Batista e Ricardo Saud ao omitirem do Ministério Público Federal a informação de que possuíam áudios em seu poder, inclusive pelo menos um no qual o próprio Joesley reconhece que há o relato de crime por parte de terceiro. O Valor apurou, no entanto, que a PGR pretende revogar todos os acordos, por entender que os delatores participaram das irregularidades envolvendo o ex-procurador da República Marcello Miller. Uma suspeita de crime contra o senador constava de áudio de conversa entre Joesley e Saud que não foi inicialmente entregue no acordo de colaboração.

Segundo os investigadores, em maio, um dia antes do vazamento da delação de Joesley Batista e o executivo Ricardo Saud, os acionistas controladores da JBS promoveram uma venda milionária de ações da companhia.

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