Ministro Edson Fachin decreta prisão preventiva de Joesley e Saud

Judith Bessette
Setembro 17, 2017

Com música de axé tocando ao fundo, Saud e Joesley falam sobre casos de infidelidade.

De acordo com o advogado Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kaykay, que trabalha na defesa de Joesley Batista, tal transferência não foi feita a pedido da defesa do empresário, mas a pedido da própria PF.

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, anulou a imunidade penal que foi concedida por ele ao empresário Joesley Batista, dono da JBS, e de Ricardo Saud ex-executivo da empresa. "Acho que esse foi um ato de covardia da parte dele depois de tudo que fizemos e entregamos de provas", disse, acrescentando, "nós fizemos a maior e a mais efetiva colaboração".

O juiz da 6ª Vara Federal de São Paulo determinou a custódia de Joesley na superintendência da Polícia Federal de São Paulo, para onde ele foi levado após o fim da audiência. O pedido de extensão da detenção deles está sendo analisada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal. "Vendi [ações] porque necessitava de caixa". A Corte ainda não apreciou o tema.

Joesley está preso desde o último domingo (10) por ordem de Fachin.

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Descontração e alegria que contagiaram milhões de brasileiros e marcaram uma nova alternativa de informar os telespectadores. News e do Cidade Alerta (na Record), programa que ele assumiu até a licença médica por conta do tratamento contra o câncer .

Reviravolta - A manutenção da delação dos irmãos Batista está sob forte risco desde a semana passada, quando Janot anunciou haver indícios "gravíssimos" de que Joesley e Saud omitiram crimes da Procuradoria.

Caso fique provado que ele cometeu crime no mercado financeiro, seu acordo de delação também pode ser cancelado. Segundo o "Jornal Nacional", da TV Globo, as defesas de Joesley e Saud terão prazo de dez dias para apresentar argumentos contra a rescisão do acordo.

São Paulo - A juíza Tais Ferracini, convocada pelo Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), afirmou, em decisão, que a manutenção da. “O procurador-geral da República concluiu que houve omissão deliberada, por parte dos referidos colaboradores, de fatos ilícitos que deveriam ter sido apresentados por ocasião da assinatura do acordo”, diz trecho da denúncia.

Brasília - A segunda denúncia contra o presidente Michel Temer apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) pode fazer com que a medida provisória (MP) do.

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