Coreia do Norte rejeita sanções, uma "intenção diabólica" dos EUA

Patrice Gainsbourg
Setembro 18, 2017

Em 11 de setembro, o Conselho de Segurança da ONU aprovou um novo pacote de sanções contra a Coreia do Norte, proposto pelos EUA, que afeta severamente a capacidade norte-coreana de abastecimento de combustível.

Numa sessão plenária da Conferência das Nações Unidas sobre Desarmamento, o embaixador Han Tae Song condenou a "intenção diabólica" dos Estados Unidos e afirmou que Pyongyang "garantirá que os EUA pagam o preço justo".

Ao contrário do desejo da diplomacia dos Estados Unidos, as restrições foram menos drásticas e não incluíram o banimento às importações de petróleo nem o congelamento de ativos do governo norte-coreano ou do presidente do país.

A ONU aprovou a resolução impulsionada pelos Estados Unidos e apoiada por China e Rússia um mês depois de adotar outra, que vetava as exportações norte-coreanas de carvão, ferro e mariscos, depois do lançamento - em meados de agosto - de um míssil de médio alcance que sobrevoou o Japão.

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Pyongyang "desenvolveu e aperfeiçoou uma arma termonuclear superpoderosa como meio para dissuadir os movimentos cada vez mais hostis dos Estados Unidos", especificou o mesmo porta-voz, acrescentando que a Coreia do Norte está pronta para causar aos Estados Unidos "uma dor e sofrimento como nunca sentiram na sua história".

Os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas e a Alemanha realizaram longas conversações com o Irã que levaram a um acordo em 2015 para remover sanções internacionais em troca de Teerã interromper suas atividades nucleares.

O teste com uma bomba de hidrogénio, há oito dias, foi o mais potente alguma vez realizado pelo regime norte-coreano e suscitou a condenação da comunidade internacional, aumentando a tensão na região.

Os responsáveis norte-americanos ao equivalente ao Ministério das Finanças e dos Negócios Estrangeiros na Europa explicaram hoje no Congresso o que está a ser feito para pressionar a Coreia do Norte sobre os testes balísticos, defendendo que os dois países "têm de fazer mais".

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