Coreia do Norte ameaça lançar bomba de hidrogénio no Pacífico

Judith Bessette
Setembro 22, 2017

" Como um homem que representa a República Popular Democrática da Coreia e em nome da dignidade e honra do meu Estado e do meu povo e por mim mesmo, farei o homem que usa a prerrogativa do comando supremo nos Estados Unidos pagar caro pelo seu discurso", disse Kim Jong-un.

Na última terça-feira (19), durante seu discurso na Assembleia-Geral das Nações Unidas, em Nova York, o presidente norte-americano, Donald Trump, fez um novo apelo a Pequim, solicitando a colaboração para encerrar o fluxo financeiro e comercial com a Coreia do Norte.

Por isso, os membros mais sensatos do governo Trump, como os secretários de Estado, Rex Tillerson, e da Defesa, Jim Mattis, têm insistido em apontar a diplomacia como o caminho adequado para encontrar uma solução para o problema criado pelo armamento nuclear da Coreia do Norte e as ameaças de Kim Jong-un aos vizinhos, às bases americanas na região e aos próprios Estados Unidos.

Convidamos todos os países a se unirem a nós, indicou Mnuchin em uma entrevista coletiva paralela à 72ª Assembleia-Geral da ONU, ao comentar a nova ordem executiva anunciada por Trump horas antes estabelecendo mais sanções contra Pyongyang.

Desta vez, Pyongyang ameaça explodir o artefato fora de seu território.

Os bancos chineses têm sido submetidos a um escrutínio por seu papel como um canal para que recursos fluam de e para o vizinho cada vez mais isolado da China.

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Na simulação terão também participado quatro caças sul-coreanos F-15K, segundo agência de notícias Ynohap que cita fontes do governo de Seul.

Moon afirmou que Seul coordenará seus próprios passos com os dos EUA.

O bloqueio constituiria um duro golpe para a economia norte-coreana.

O comunicado termina com a ameaça de que, face a isto, o seu regime vai "segura e definitivamente domar com fogo o caquético dos EUA mentalmente perturbado". "Nós esperamos que as partes relevantes possam exercer o comedimento", afirmou um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores chinês, Lu Kang.

Lavrov apontou nesta quinta que "não há outra alternativa às vias políticas e diplomáticas para resolver esta situação nuclear" na península coreana.

Ele destacou os têxteis, pesca, informação tecnológica e indústria manufatureira da Coreia do Norte. Ri Yong-ho disse mesmo que o presidente dos Estados Unidos parece "um cão a ladrar".

O ministro Ri, que falará ao plenário nesta sexta, chamou as ameaças de Trump de "latido de cachorro" e disse que não terão qualquer impacto.

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