Irão testa com sucesso novo míssil balístico

Patrice Gainsbourg
Setembro 23, 2017

O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, defendeu uma revisão do pacto nuclear com o Irão ao alinhar na mesma posição apresentada pelo Presidente Donald Trump, que considerou o documento "um péssimo acordo".

A televisão difundiu imagens do lançamento de "Joramshahr" e do interior do míssil.

O Presidente do Irão disse que o país vai reforçar as capacidades militares e balísticas, apesar das críticas dos Estados Unidos e da França, durante um desfile comemorativo do início da guerra com o Iraque em 1980.

Entre os itens acordados, está o fato de que o Irã não pode mais continuar com seu programa de desenvolvimento de armas nucleares, mas não impede que o país continue investindo em sua defesa - desde que não use armamentos do tipo. O Irã considera essas novas sanções como uma violação do acordo, que suspendeu a maioria das sanções internacionais contra Teerã em troca de restrições ao seu programa nuclear.

O projétil é capaz de carregar várias ogivas, segundo a imprensa estatal.

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Também referem que o Irão possui a tecnologia necessária para aumentar o alcance dos seus mísseis até agora limitado a 2.000 quilómetros.

Em janeiro, o Irã já havia realizado um teste de míssil balístico.

"Quer queiram quer não, vamos reforçar as nossas capacidades militares, necessárias em termos de dissuasão". Vamos desenvolver os nossos mísseis e também as nossas forças aérea, terrestre e marítima. "Não pediremos a permissão de ninguém para defender nosso povo".

O Irão desenvolveu um vasto programa balístico nos últimos anos, que tem levado os Estados Unidos, mas também a Arábia Saudita, o principal rival na região, e alguns países europeus como a França, ou ainda Israel, a manifestarem a sua preocupação. Se ele não fizer isso, o Congresso tem 60 dias para decidir se deve reimpor sanções.

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