Sismo: Confirmados 286 mortos no México

Patrice Gainsbourg
Setembro 24, 2017

O número de mortos no México continua a crescer, depois do terremoto de magnitude 7,1 que atingiu principalmente os estados de Morelos e Puebla, e a Cidade do México na última terça-feira (19/9). Brasileiros, mexicanos e povos de outros países estão usando a tag #PrayForMexico para ressaltar a força que o México vem tendo.

Só na Cidade do México morreram 148 pessoas.

A actualização foi feita, através do Twitter, pelo coordenador Nacional da Proteção Civil, Luis Felipe Puerta.

De acordo com aquela autoridade, o número de cidadãos desaparecidos desceu de 200 para 42 e as operações de busca irão continuar até as autoridades terem a certeza de que não há sobreviventes entre os escombros. Dada a dimensão da catástrofe, o governo mexicano ordenou aos hospitais públicos e privados para receberem os feridos e serviços de transporte públicos grátis.

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Se ele não fizer isso, o Congresso tem 60 dias para decidir se deve reimpor sanções. A televisão difundiu imagens do lançamento de "Joramshahr" e do interior do míssil.

O presidente do México, Henrique Peña Nieto, também se pronunciou e falou que se acredita que ainda possa haver pessoas com vida em pelo menos 10 dos 38 edifícios que estão sendo vasculhados.

O sismo fez ruir dezenas de edifícios na cidade, provocando fugas de gás nas ruas e um forte odor a gás que afetou os cidadãos que se apressaram a ajudar as equipas de resgate, com cordas, roupas e água. O sismo causou numerosos cortes no serviço eléctrico, afectando 3,8 milhões de pessoas, e fugas de gás, interrompendo também o serviço de telecomunicações.

O abalo, que causou numerosas cenas de pânico, coincidiu com o 32.º aniversário do forte sismo que provocou milhares de mortos em 1985 e foi registado apenas duas horas depois de um simulacro de um terramoto em todo o país.

As autoridades mexicanas, acrescentou, "estão em fase de procura avaliar os estragos e vítimas".

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