Governo chinês bloqueia todas as funcionalidades do WhatsApp

Eloi Lecerf
Setembro 26, 2017

WhatsApp, um dos aplicativos de mensagens mais usados do mundo, voltou a ser bloqueado na China. Desde domingo passado que se encontra inacessível no país, à semelhança de outras aplicações que têm vindo a ser censuradas. A Facebook Inc. tem explorado várias formas de expansão no país, que bloqueou a rede social Facebook em 2009, e o Instagram em 2014.

Foi publicado um novo regulamento a 7 de setembro deste ano, pela Administração do Ciberespaço da China, referindo que as empresas do setor devem verificar as identidades reais dos membros que fazem parte dos grupos de conversação online, bem como aumentar o controlo dos comentários na rede. Assim como do dia 18 de outubro, que arranca o XIX Congresso do Partido Comunista Chinês, data em que se escolhe a liderança do país para os próximos cinco anos.

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Agora que Deus o levou, a única coisa que quero é que você saiba que o grande sonho do meu filho era conhecê-lo. Na passada terça-feira, dia 19 de setembro, um sismo de magnitude 7,1 na escala de Richter atingiu o México.

A imprensa chinesa revelou há uns dias que um comentário na aplicação WeChat levou à condenação de um homem a nove meses de prisão por, segundo as autoridades chinesas, promover a adesão ao terrorismo e extremismo. Outro caso, aconteceu exatamente nesta semana, as informações foram divulgadas pela imprensa chinesa, um homem teve prisão decretada em nove anos após comentar em um grupo de chat, brincado com os integrantes dizendo "junta-te comigo ao EI (Estado Islâmico)". Segundo o "The New York Times", a censura chinesa começou por bloquear as comunicações vídeo, o envio de ficheiros e até alguma chamadas de voz, mas as mensagens escritas podiam ser enviadas.

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