Só 3% dos brasileiros aprovam o governo de Michel Temer, diz Ibope

Oceane Deschanel
Setembro 28, 2017

O nível de confiança da pesquisa divulgada nesta quarta, segundo a CNI, é de 95%, o que quer dizer que, se levarmos em conta a margem de erro de dois pontos percentuais, a probabilidade de o resultado retratar a realidade é de 95%. Os que não sabem ou não responderam essa questão foram 2%. Pesquisa realizada pelo Ibope - a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI) - mostra que apenas 3% dos brasileiros consideram o governo do peemedebista como ótimo, enquanto 16% o classificam como regular e 77% como ruim ou péssimo.

Na pesquisa feita em julho, 10% disseram confiar em Temer, 87% afirmaram não confiar; 3% não souberam ou não responderam. Segundo o levantamento, 8% dos entrevistados consideram o governo do peemedebista melhor que o de Dilma Rousseff.

Foram ouvidas 2.000 pessoas em 126 municípios, entre 15 e 20 de setembro.

O noticiário foi percebido como desfavorável ao governo por 68% dos entrevistados.

Em seguida vem a Operação Lava-Jato (11%) e a apreensão de R$ 51 milhões de reais que seriam do ex-ministro de Temer Geddel Vieira Lima, em um apartamento em Salvador (BA) (7%).

No cenário atual, 89% desaprovam a maneira de governar do presidente, 7% aprovam e 4% não responderam.

Bill Gates revela ter trocado o Windows Phone pelo Android
No passado, Jobs acusou Gates de ter copiado suas ideias para os sistemas operacionais de computadores ao criar o Windows. O bilionário também foi questionado sobre sua tempestuosa relação com Steve Jobs, cofundador da Apple.

Na última pesquisa divulgada pelo instituto, a reprovação de Temer era de 70%, enquanto 5% achavam a gestão boa e 21% regular.

A pesquisa também ouviu os entrevistados sobre a percepção a respeito da atuação do governo em áreas específicas.

A aprovação do atual governo caiu mais entre os entrevistados com renda familiar mais alta.

A repercussão da tentativa de liberação da Reserva Nacional de Cobre e Associados (Renca) para exploração mineral, assim como notícias sobre corrupção aparecem entre as mais lembradas pela população. A rejeição aumentou de 70% em julho, para 77%. A terceira área mais desaprovada pelos entrevistados é a saúde, com 86% de desaprovação em setembro.

O gerente-executivo de Pesquisa e Competitividade da CNI, Renato Fonseca, considera que além da crise econômica e do desemprego, os dados sugerem que a discussão sobre exploração dos minérios na Amazônia ajudou a piorar a avaliação do governo. A atuação do governo para combater a fome, por sua vez, foi desaprovada por 85% da população.Ainda de acordo com a pesquisa, a desaprovação das políticas de combate à inflação e a educação alcançaram 81% em setembro.

Outros relatórios LazerEsportes

Discuta este artigo

SIGA O NOSSO JORNAL