Para Putin, não há certeza de sucesso em ataque à Coreia

Patrice Gainsbourg
Outubro 8, 2017

"Os presidentes e seus governos falam para a Coreia do Norte há 25 anos", tuitou Trump, evocando outros governos americanos.

Trump continua, sublinhando que "os acordos foram violados antes que a tinta secasse, fazendo os negociadores dos EUA passar por tolos".

No final, e em jeito de ameaça, escreve que haverá apenas uma solução para este conflito.

Interrogado na sexta-feira sobre essa declaração, limitou-se a responder: "Já vão ver".

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A categoria também decidiu que os serviços devem voltar à normalidade a partir da próxima segunda-feira, dia 09. A cláusula 28 do acordo, que trata do plano de saúde para os trabalhadores, ainda é mediada pelo TST .

"Como já disse em muitas ocasiões, o presidente nunca anunciará antecipadamente" a sua estratégia, declarou ontem a porta-voz da Casa Branca, Sarah Huckabee Sanders, em resposta a uma pergunta sobre o assunto. No dia 1º de outubro, o presidente americano havia dito que o secretário de Estado, Rex Tillerson, deveria "poupar sua energia", em vez de negociar com o regime de Kim Jong-un.

Após diversos ensaios missilísticos norte-coreanos, e na sequência da escalada de tensões entre os dois países, os líderes foram trocando ameaças: Kim Jong-un disse a Trump que este iria "pagar caro" pelas suas declarações e Trump disse que o líder da Coreia do Norte estava numa "missão suicida para o seu próprio regime".

O governo americano tem reforçado suas sanções contra a Coreia do Norte para pressionar o regime a abandonar seu programa nuclear e de mísseis.

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