Economia brasileira crescerá 2,43% em 2018, prevê mercado

Judith Bessette
Outubro 9, 2017

De acordo com o boletim Focus, os economistas projetam alta de 2,43%.

A meta de inflação é fixada pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e deve ser perseguida pelo Banco Central, que, para alcançá-la, eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic).

Na contramão, o mercado baixou de 4,06% para 4,02% a expectativa para a variação do IPCA em 2018. E a expectativa para 2018 ficou em US$ 75 bilhões. Essa foi a 6ª redução consecutiva. Com isso, a estimativa do mercado continua abaixo da meta central, mas dentro da banda do sistema de metas (entre 3% e 6%).

Economistas e instituições financeiras elevaram a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro para o próximo ano de 2,38% para 2,43%. Há quatro semanas, o PIB era estimado com avanço de 2,1%.

Contudo, a aposta para a Selic em 2017 ficou em 7,00%, e para 2018, a taxa permaneceu em 7,00%.

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Sobre a falta de autocontrole, o economista analisou os motivos para as resoluções de Ano Novo serem difíceis de se manter. Thaler, ainda segundo a organização, deixou a economia "mais humana".

Ou seja, os analistas continuaram estimando uma redução dos juros neste ano. Após ter cortado os juros em 1 ponto porcentual no início de setembro, de 9,25% para 8,25% ao ano, o BC indicou a intenção de, no fim de outubro, promover corte mais moderado. Assim, a Selic encerraria o ano em 7,00% ao ano.

Para o fechamento de 2018, a previsão dos economistas para a moeda norte-americana ficou estável em R$ 3,30.

A aposta para o saldo da balança comercial no ano corrente ficou em US$ 63,03 bilhões.

Para o próximo ano, a estimativa dos especialistas do mercado para o superávit avançou de US$ 50 bilhões para US$ 50,8 bilhões.

Para as transações correntes, (todas as operações do Brasil com o exterior) a projeção de déficit ficou em US$ 15 bilhões.

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