28 acusados na Operação Marquês

Judith Bessette
Outubro 11, 2017

Da lista de arguidos da Operação Marquês, só três não foram acusados: Paulo Lalanda e Castro, patrão de José Sócrates na farmacêutica Octapharma; João Abrantes Serra, advogado que teria servido de intermediário do dinheiro entre a PT e o GES e José Dirceu (ex-braço-direito de Lula da Silva no Brasil) e o CEO do grupo Lena, Joaquim Paulo Conceição.

José Sócrates é também acusado de ter recebido pagamentos por ter atuado, enquanto primeiro-ministro, "em favor da estratégia de Ricardo Salgado para o grupo Portugal Telecom", do qual o Banco Espírito Santos (BES), na altura liderado por Salgado, era acionista.

O antigo primeiro-ministro é acusado de três crimes de corrupção passiva de titular de cargo político, 16 crimes de branqueamento de capitais, nove crimes de falsificação de documento e três crimes de fraude fiscal qualificada.

Carlos Santos Silva, amigo de Sócrates, está acusado de 33 crimes, nomeadamente de corrupção passiva de titular de cargo político (1), corrupção ativa de titular de cargo político (1), branqueamento de capitais (17), falsificação de documento (10), fraude fiscal (1) e fraude fiscal qualificada (3).

A troco desses benefícios, refere o MP, e em representação do Grupo Lena, o arguido Joaquim Barroca aceitou efetuar pagamentos, em primeiro lugar para a esfera de Carlos Santos Silva, mas que eram destinados a José Sócrates. José Sócrates é acusado de 31 crimes no total.

Zeinal Bava está acusado de um crime de corrupção passiva, um crime de branqueamento de capitais, um falsificação de documento e de fraude fiscal qualificada.

Tim Cahill 'obriga' Síria a dizer adeus ao Mundial'2018
Com uma derrota de virada diante da Austrália , em Sydney, por 2 a 1, os sírios foram eliminados na repescagem da Ásia. Os sírios ainda acertaram a trave no último lance da prorrogação, em cobrança de falta ( veja no vídeo abaixo ).

José Paulo Bernardo Pinto de Sousa, primo de José Sócrates, é acusado de dois crimes de branqueamento de capitais.

O Ministério Público, através do Departamento Central de Investigação e Ação Penal, deduziu esta quarta-feira, 11 de outubro, acusação contra 28 arguidos, 19 pessoas singulares e 9 pessoas coletivas, no âmbito da Operação Marquês.

Bárbara Vara: 2 crimes de branqueamento de capitais.

Armando Vara, antigo governante, está acusado de cinco crimes, entre eles, corrupção passiva de titular de cargo público, branqueamento de capitais e fraude fiscal qualificada.

RUI MANUEL ANTUNES MÃO DE FERRO, pela prática de crimes de branqueamento de capitais (1) e falsificação de documento (4). No total, o arguido mais mediático do processo responde por 31 crimes.

De acordo com uma nota enviada pela Procuradoria-Geral da República, o despacho final tem mais de quatro mil páginas, que resultam de duas centenas de buscas, inquirição de 200 testemunhas e da recolha de dados bancários sobre cerca de 500 contas. Todavia, no que a este último diz respeito foi extraída uma certidão para investigação de factos relativos a sociedades que controlava.

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