Após mais de 60 prisões, Forças Armadas voltam a cercar Rocinha

Patrice Gainsbourg
Outubro 12, 2017

Agora, o projeto segue para sanção presidencial. Segundo a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, o apoio será pontual e não haverá permanência como ocorreu no mês passado.

"O tribunal do júri visa permitir que cidadãos julguem seus pares, ou seja, outros cidadãos. Militares das Forças Armadas no exercício de sua missão não estão agindo como cidadãos, mas sim como o próprio Estado", defendeu.

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O alívio fiscal foi negociado entre o Governo e o PCP no âmbito das discussões de preparação do Orçamento do Estado de 2018. Ao longo dos últimos dias, tem havido aproximação de posições entre o governo e os seus parceiros de esquerda.

No projeto, Amin afirmou que a legislação que trata da atuação militar em operações de Garantia da Lei e da Ordem, não há "um consenso acerca da natureza dessas ações" e, por isso, "corre-se o risco de não ser-lhes assegurada a proteção e a segurança jurídica que o diploma legal busca conferir". Por esse motivo, o texto tinha inicialmente uma previsão de validade até 2016, mas o trecho será vetado pelo presidente Michel Temer, para que o projeto não se restrinja a esta data. "Poucos países tem o nível de integração no campo tático que as Forças Armadas estão tendo com as forças do Rio de Janeiro", disse. O senador Jorge Viana (PT-AC) foi liberado pela liderança do partido para votar a favor do projeto. "O que a gente precisa é de investigação".

As forças de segurança, que atuam em conjunto desde agosto para conter a escalada de violência na cidade, relataram que prenderam 53 pessoas e detiveram 11 jovens com menos de 18 anos nas operações realizadas nas favelas da Rocinha, Tijuca, do Caju, da Maré e do Alemão.

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