Incêndios fazem 20 mortos nas últimas horas — Proteção Civil

Patrice Gainsbourg
Outubro 16, 2017

Cerca de 5 mil bombeiros estão envolvidos no combate ao fogo.

Acresce referir também que a severidade de 32 desses incêndios faz com que estes "sejam considerados de importância elevada".

Para além da chuva, adiantou a responsável da Proteção Civil, espera-se também uma descida da temperatura do ar e uma recuperação do valores da humidade relativa.

Patrícia Gaspar referiu que se contabilizam, neste momento, 23 grupos de reforço no combate aos focos quentes, cinco equipas de posto de comando, 10 equipas militares nas funções de rescaldo e vigilânica.

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Vinicius Goncalves Dias Araujo (SP) apita a partida, auxiliado por Rogerio Pablos Zanardo (SP) e Herman Brumel Vani (SP). Tudo continuou igual no segundo tempo: muitos passes laterais ou para trás e quase nenhuma criatividade ofensiva.

A Adjunta da Autoridade Nacional da Proteção Civil, Patrícia Gaspar, porta-voz de serviço na presente tragédia que está a abater-se sobre o nosso País, através de informação dirigida aos jornalistas informou hoje que os incêndios que deflagraram durante o fim de semana em território nacional tiraram a vida a 27 pessoas e 51 ficaram feridas, 15 delas em estado grave, na Guarda, em Coimbra, em Viseu e em Castelo Branco.

Vouzela, Resende, Tondela, Santa Comba Dão, Nelas, Mangualde, Mortágua ou Cinfães estão entre os fogos que mais preocupam as autoridades de proteção civil do distrito. Na Sertã, distrito de Castelo Branco, uma pessoa foi apanhada pelas chamas.

As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram pelo menos 20 mortos e dezenas de feridos, além de terem obrigado a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas. Segundo os dados disponíveis pelas 07h30 na página da ANPC, são 22 os incêndios mais importantes e o que mais meios mobiliza, com 659 bombeiros, é o que lavra desde o início da manhã de domingo na freguesia de Lousã e Vilarinho, na Lousã (Coimbra). Uma das mortes ocorreu nos incêndios no distrito da Guarda.

O primeiro-ministro António Costa revelou que foi decretado o estado de calamidade pública em todos os distritos a norte do Tejo.

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