Cesta básica em Salvador é a mais barata do Brasil, diz pesquisa

Judith Bessette
Novembro 2, 2017

A cesta básica de Porto Alegre subiu 2,33% no mês de outubro, passando a custar R$ 446,87, a mais cara do País. Segundo o órgão, a queda total do valor da cesta foi de -1,77% em relação a setembro, fazendo Manaus continuar na 14ª posição no ranking no preço das cestas entre as 21 capitais pesquisadas. O resultado do mês de outubro apresenta uma alta na comparação com setembro, quando o valor ideal era de R$ 3.668,55. Foram constatados avanços em 10 localidades com destaque para Campo Grande (2,67%), Curitiba (3,08%) e Cuiabá (3,49%). Em sentido oposto, os valores mais baixos foram encontrados em Salvador (R$ 318,31), Natal (R$ 325,09) e Recife (R$ 325,96).

O valor do salário mínimo deve ser o suficiente para suprir as despesas do trabalhador e de sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e Previdência Social. Na sequência vem São Paulo, com o valor de R$ 428,13, e Rio de Janeiro, com custo de R$ 421,05.

Em outubro de 2017, o tempo médio nacional necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 86 horas e 51 minutos, ligeiramente maior que o de setembro, quando ficou em 86 horas e 32 minutos. Na variação em 12 meses (de novembro de 2016 a outubro de 2017), os gêneros alimentícios apresentaram redução de 15,25% em Salvador.

Dustin Hoffman acusado de assediar jovem de 17 anos
Em nota, o ator pediu desculpas por seu comportamento e afirmou que o episódio de assédio "não reflete" quem ele é. Ele estava flertando abertamente comigo, agarrou a minha bunda e falou abertamente sobre sexo na minha frente.

Também ajudaram a puxar para baixo o preço da cesta básica da Capital cearense as quedas na banana (-5,35%); leite (-3,08%); feijão (-3%); pão (-1,70%); arroz (-1,58%); manteiga (-0,52%) e café (-0,32%).

Na série de 12 meses, os itens que sofreram maiores reduções nos preços foram o feijão, com notável retração de 62,98%, o açúcar, com queda de 25,08%, o tomate (-20,50%); e o leite (-14,48%).

Para adquirir esses alimentos básicos, o trabalhador lafaietense remunerado por um salário mínimo precisou cumprir, em setembro, uma jornada de 70h20.

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