Trump diz que "tudo será consertado" com a Coreia do Norte

Patrice Gainsbourg
Novembro 8, 2017

Em plena Coreia, com o Norte ali tão perto, o presidente dos Estados Unidos, que realiza a sua primeira visita oficial à Àsia, lembrou o "ditador" Kim Jong-un do poderio militar americano, reconhecendo, porém, que o inimigo começa a mudar de atitude.

A visita segue ao encontro que Xi e Trump efetuaram em abril, na residência privada do magnata americano em Mar-a-Lago (Flórida), uma reunião que marcou diferenças entre dois governos tradicionalmente confrontados por questões comerciais e diferenças ideológicas. Em Tóquio, ele falou que o tempo da "paciência estratégica" com Pyongyang tinha chegado ao fim, sinalizando o esgotamento da via diplomática de negociação com a ditadura comunista.

"Ele realmente está bastante frustrado", disse a secretária de imprensa Sarah Huckabee Sanders sobre Trump.

"Não podemos continuar a permitir que a Coreia do Norte ameace tudo aquilo que construímos", prosseguiu, apoiado por Moon Jae-in, que pretendia que as palavras do homólogo tranquilizassem os sul-coreanos perante a constante ameaça nuclear.

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O Japão vai impor sanções adicionais à Coreia do Norte em resposta à contínua ameaça dos programas nuclear e de mísseis representada pelo recluso país, disse o porta-voz do governo japonês nesta terça-feira (7). "Sempre se resolve. Tem de se resolver", disse Trump em Camp Humphreys, onde se deslocou para almoçar com as tropas norte-americanas.

Trump reafirmou que está preparado para utilizar "todas as suas capacidades militares contra a Coreia do Norte, caso seja necessário". "Esperamos que, da mesma maneira, a Rússia seja útil", completou.

Helicópteros levando Trump e uma escolta de funcionários, jornalistas e forças de segurança deram meia volta a apenas alguns minutos da zona desmilitarizada, frustrando um plano que estava sendo elaborado desde antes de o presidente partir para sua viagem pela Ásia. O périplo termina nas Filipinas.

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