Donald Trump acredita em 'solução' para crise com Coreia do Norte

Judith Bessette
Novembro 9, 2017

Esta é considerada a parte mais importante e delicada da viagem, uma vez que o presidente americano tem a missão de debater demas complexos, como a Coreia do Norte e os laços comerciais entre China e EUA. A China, responsável por 90% do comércio com a Coreia do Norte, está em uma posição crucial para pressionar o regime de Kim Jong-Un, que em setembro realizou um novo teste nuclear.

Observados por Trump e pelo presidente chinês, Xi Jinping, em uma cerimônia de assinatura na capital chinesa, a fabricante de aviões Boeing, a General Electric e a gigante de chipas Qualcomm firmaram acordos lucrativos de bilhões de dólares.

Em visita marcada pelo tom amigável, Trump teceu elogios ao seu homólogo chinês, Xi Jinping, ao pedir maior empenho ao lidar com a questão nuclear de Pyongyang.

O líder chinês, que exortou em várias ocasiões Washington e Pyongyang a negociar para resolver a crise de forma pacífica, disse a Trump que seus países deveriam "fortalecer a comunicação e a coordenação nos principais temas internacionais e regionais, incluindo Coreia do Norte e Afeganistão".

Maria Vitória se choca ao receber cinzas — Tempo de Amar
Logo depois, Lucinda então a enganará e fará com que a jovem desmaie nos braços de Vicente: "São as cinzas, Maria Vitória". Em Morros Verdes, Martim (Erik Marmo) e Padilha aceitam a oferta de José Augusto (Tony Ramos) para ficar com Mariana.

O presidente afirmou, no entanto, que culpa as administrações americanas anteriores por "permitirem que o déficit comercial fora de controle aconteça e cresça". Xi sorriu diante de algumas das declarações do visitante, entre elas a de que a China não pode ser considerada culpada pelo desequilíbrio na balança comercial entre os países.

Trump, que já chamou à imprensa "inimigos do povo americano", não aceitou hoje questões, após um evento com empresas chinesas, onde foram anunciados acordos no valor de 253,4 mil milhões de dólares (218.000 milhões de euros). "Vamos abrir mais e mais", afirmou.

Trump estava tão feliz em seu primeiro dia de visita à China que utilizou uma tecnologia especial para 'driblar' o "Great Firewall" chinês usar o Twitter, uma rede social que, assim como o Facebook e o Google, está proibido no país.

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