Kremlin: crise da Coreia do Norte requer cooperação entre Rússia e EUA

Patrice Gainsbourg
Novembro 12, 2017

A Coreia do Norte disse neste sábado que a primeira viagem do presidente dos EUA, Donald Trump, à Ásia, mostrou que ele é um "destruidor" e pediu por uma guerra na península coreana. E não nos testem.

Trump disse ainda acreditar que as novas sanções impostas pelos chineses irão amenizar os ímpetos do ditador norte-coreano, Kim-Jong-un. "Cada passo dado nesse caminho sombrio aumenta o perigo que vocês enfrentam". Aos jornalistas ele afirmou que seria "muito bom" a amizade entre eles, mesmo sendo "algo estranho".

Trump sublinhou também, durante a visita ao Vietname, que todas as nações responsáveis devem atuar para garantir que a Coreia do Norte não continua a ameaçar o mundo.

A troca de insultos e ameaças acontece em plena escalada de tensões sobre os programas nucleares e de mísseis de longo alcance de Pyongyang.

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O líder chinês disse ao americano que a cooperação entre os dois países é "o único caminho correto" e que, com Trump, as relações bilaterais atingiram "um novo e histórico início". Comentários que surgem depois de o Presidente dos EUA ter ameaçado, no seu primeiro discurso nas Nações Unidas, "destruir totalmente" o país de 26 milhões de pessoas se os Estados Unidos estivessem sob ameaça.

No encontro com o presidente do Vietname, Donald Trump ofereceu-se para ser mediador nas disputas territoriais no Mar do Sul da China.

Após ter dito no sábado (11) que Putin lhe assegurara que não tinha se intrometido nas eleições presidenciais norte-americanas, Trump afirmou que Putin se sentiu "insultado" pelas acusações e "isso não é bom para o nosso país". "Quero resolver Coreia do Norte, Síria, Ucrânia, o terrorismo, e a Rússia pode ser útil", declarou.

Em uma conferência de imprensa em Hanoi, no Vietnã, onde Trump faz uma vistia de Estado, o mandatário disse que os EUA querem "progressos, e não provocações". "Sou um excelente mediador e árbitro", completou o norte-americano.

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