Trump chega às Filipinas para cúpula da Asean

Rebecca Barbier
Novembro 13, 2017

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi recebido com protestos em Manila, nas Filipinas, neste domingo (12).

Esta é a última etapa da longa viagem do presidente americano, que incluiu cinco países da Ásia.

A dupla deu poucas declarações à imprensa, ignorando, em particular, os temas sobre direitos humanos. "Metam-se-nos-vossos-assuntos" class="local_link" target="_blank">questões de Direitos Humanos relacionadas com a proclamada "guerra contra as drogas" do controverso líder filipino - cujo porta-voz garantiria, logo a seguir, que o tema não entrou na agenda dos líderes.

Depois, falou do tempo: "Nas Filipinas, o tempo sempre acaba sendo bom...".

Trump respondeu: "Temos tido um ótimo relacionamento".

"Não é uma entrevista coletiva, é uma reunião bilateral", interveio Duterte, sentado ao seu lado, sem gravata, antes de os jornalistas deixarem o recinto.

Campanha Papai Noel dos Correios é lançada em Goiânia
Assim é a campanha Papai Noel dos Correios , uma das maiores ações sociais natalinas do Brasil realizada há mais de 25 anos. As cartas do Papai Noel dos Correios ficam disponíveis apenas nos locais indicados pela empresa.

Questionada sobre isto, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o tópico foi mencionado brevemente durante a reunião.

As relações entre Washington e Manila - dois aliados unidos por um acordo de defesa - degradaram-se de forma considerável desde que Duterte foi eleito em junho de 2016.

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, interrompeu um evento oficial para cantar uma canção popular de amor. Duterte é um presidente envolvido em polêmicas. Seu novo porta-voz, Harry Roque, disse que essas últimas declarações podem ter sido exageradas.

Oficialmente, a Polícia Nacional do país (PNF) reconhece que já matou quase quatro mil pessoas em operações anti-droga desde o ano passado, tendo havido pelo menos outras duas mil mortes extrajudiciais, aponta a BBC. "E a conferência da Asean foi lindamente organizada pelo presidente das Filipinas".

Espera-se que ele busque nos países da região apoio à estratégia de pressionar a China para que isole ainda mais o regime norte-coreano de Kim Jong-un com o objetivo de forçá-lo a abandonar as armas nucleares.

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