Trump chega às Filipinas para cúpula da Asean

Rebecca Barbier
Novembro 13, 2017

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, foi recebido com protestos em Manila, nas Filipinas, neste domingo (12).

Esta é a última etapa da longa viagem do presidente americano, que incluiu cinco países da Ásia.

A dupla deu poucas declarações à imprensa, ignorando, em particular, os temas sobre direitos humanos. "Metam-se-nos-vossos-assuntos" class="local_link" target="_blank">questões de Direitos Humanos relacionadas com a proclamada "guerra contra as drogas" do controverso líder filipino - cujo porta-voz garantiria, logo a seguir, que o tema não entrou na agenda dos líderes.

Depois, falou do tempo: "Nas Filipinas, o tempo sempre acaba sendo bom...".

Trump respondeu: "Temos tido um ótimo relacionamento".

"Não é uma entrevista coletiva, é uma reunião bilateral", interveio Duterte, sentado ao seu lado, sem gravata, antes de os jornalistas deixarem o recinto.

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Essa será a quinta participação marroquina em um Mundial e a primeira desde 1998 - jogou também em 1970, 1986 e 1994. Já no Grupo C a Costa do Marfim jogava em casa, precisava de vencer, mas perdeu diante contra Marrocos (2-0).

Questionada sobre isto, a porta-voz da Casa Branca, Sarah Sanders, disse que o tópico foi mencionado brevemente durante a reunião.

As relações entre Washington e Manila - dois aliados unidos por um acordo de defesa - degradaram-se de forma considerável desde que Duterte foi eleito em junho de 2016.

O presidente das Filipinas, Rodrigo Duterte, interrompeu um evento oficial para cantar uma canção popular de amor. Duterte é um presidente envolvido em polêmicas. Seu novo porta-voz, Harry Roque, disse que essas últimas declarações podem ter sido exageradas.

Oficialmente, a Polícia Nacional do país (PNF) reconhece que já matou quase quatro mil pessoas em operações anti-droga desde o ano passado, tendo havido pelo menos outras duas mil mortes extrajudiciais, aponta a BBC. "E a conferência da Asean foi lindamente organizada pelo presidente das Filipinas".

Espera-se que ele busque nos países da região apoio à estratégia de pressionar a China para que isole ainda mais o regime norte-coreano de Kim Jong-un com o objetivo de forçá-lo a abandonar as armas nucleares.

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