Número de divórcios cai 14% no Amazonas, aponta IBGE

Oceane Deschanel
Novembro 15, 2017

O número de registros de nascimentos no Brasil foi de 2,79 milhões em 2016, indicando uma queda de 5,1% em relação a 2015, quando houve 2,95 milhões de registros. Quando comparados com 2015, os dados mostram que Minas Gerais teve queda de 8,4 % na quantidade de casamentos de pessoas de sexo diferente. No Sudeste, as quedas variaram de -5,1% em São Paulo e -6,5% no Rio de Janeiro. Quando comparado com 2015 esse número é 8,4% menor. Quanto aos divórcios, o aumento foi de 4.274 para 5.504.

"O Amapá tinha grande número de uniões consensuais e esses casamentos coletivos são de pessoas que moravam juntas e aproveitaram esses eventos do governo e Tribunal de Justiça", explicou Joel Lima, do setor de disseminação de informações do IBGE Amapá.

Do total de casamentos realizados entre pessoas do mesmo sexo no ano passado, 89 foram realizados em Goiânia, sendo 45 casamentos entre homens e 44 entre mulheres. Foram 1.090.181 casamentos, sendo a maior concentração no Sudeste, que teve 536.093 uniões, e a menor no Norte, com 81.498. A guarda dos filhos menores é predominantemente da mãe, apresentando pequena variação negativa de 2015 (78,8%) para 2016 (74,4%). A guarda compartilhada dos filhos menores aumentou de 12,9% para 16,9% em nesse período.

Já na Bahia, o aumento foi de 171 por cento nos últimos dez anos. Enquanto nas idades iniciais os declínios foram significativos, foram observados aumentos importantes para as idades acima de 50 anos, fruto do envelhecimento populacional.

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É possível também que a crise financeira tenha sido outro fator agravante e desestimulado casais a terem filhos. Esta tendência de aumento do número de óbitos nestas faixas etárias é explicada pela diminuição generalizada dos níveis de mortalidade nos demais grupos de idade.

Os dados mostram ainda os percentuais de mortes relativas a causas externas, o que inclui homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, entre outros fatores.

Em 2016, a sobremortalidade masculina por causas externas no grupo de 20 a 24 anos foi de 11,1 vezes, isto é, um homem de 20 anos tinha 11 vezes mais chance de não completar os 25 anos do que se fosse mulher. No intervalo entre 2006 e 2016, mais mulheres passaram a parir depois dos 30 anos e foi reduzido o número de mães jovens. Os maiores aumentos pertenceram aos estados das Regiões Norte e Nordeste do País.

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