O FC Porto e o Luís Gonçalves nada têm a esconder

Oceane Deschanel
Novembro 15, 2017

"Foi despromovido e queixou-se publicamente das interferências. Ele não fez nada disso", disse Francisco J. Marques no programa Universo Porto da Bancada, no Porto Canal. Todos nos lembramos do jogo de Braga, quando o engenheiro Luís Gonçalves se excedeu e teve aquela frase que foi motivo para cumprir 30 dias de suspensão. "E a verdade é que, pouco tempo depois, no final da época, o árbitro Tiago Antunes foi despromovido".

"A maior interferência", continuou Francisco J. Marques, "foi Luís Filipe Vieira dizer ao Paulo Gonçalves 'temos de dar-lhe cabo da nota', ao árbitro Rui Costa, que foi a maior descida de sempre" nas notas de um árbitro.

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Segundo a companhia, o resultado foi puxado pelas maiores exportações líquidas de petróleo e derivados, a preços mais elevados. No balanço a Petrobras mostrou que teve perdas de R$ 3,356 bilhões com itens especiais no terceiro trimestre.

A agência Lusa contactou uma fonte do Ministério Público na sequência de uma notícia publicada pelo "Correio da Manhã", nesta terça-feira, na qual é referida que o diretor-geral do FC Porto, Luís Gonçalves, estaria a ser investigado. Agora é preciso perceber se houvesse interferência de Luís Gonçalves na despromoção. Ora, a despromoção dele não foi ditada por esses três jogos da recta final, mas pelo acumulado das exibições ao longo da temporada, e só quem não seguisse as arbitragens de Tiago Antunes é que pode ter estranhado a despromoção dele.

Na óptica do "homem forte" da comunicação portista, a despromoção de Tiago Antunes não mais foi que consequência de um mau trabalho. "Só chegou ao primeiro escalão por ser afilhado do Ferreira Nunes", acrescentou Francisco J. Marques.

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