PF leva filho de Puccinelli para depor na Operação Papiros de Lama

Patrice Gainsbourg
Novembro 15, 2017

A Operação Papiros de Lama, 5ª fase da Lama Asfáltica deflagrada esta manhã, foi realizada pela Polícia Federal utilizando como base a delação do pecuarista Ivanildo da Cunha Miranda, que foi operador de André Puccinelli entre 2006 a 2013 e é apontado como operador do empresário Joesley Batista, da JBS, em Mato Grosso do Sul.

O ex-governador foi conduzido ao Imol em uma van da PF. Puccinelli está preso preventivamente, ou seja, sem data para ser liberado.

O advogado de Puccinelli e Puccinelli Júnior, Renê Siufi, informou que pedirá um habeas corpus ao Tribunal Regional Federal (TRF3) em benefício dos dois.

Foram executados dois mandados de prisão preventiva, contra Puccinelli e seu filho; dois de prisão temporária e outros seis de condução coercitiva, 24 de busca e apreensão em Campo Grande (MS), Nioaque (MS), Aquidauana (MS) e São Paulo (SP).

A Justiça decretou o sequestro de valores nas contas bancárias de pessoas físicas e empresas investigadas. As medidas estão sendo cumpridas em Campo Grande/MS, Nioaque/MS, Aquidauana/MS e São Paulo/SP, com a participação de mais de 300 Policiais Federais, servidores da CGU e servidores da Receita Federal.

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As restantes crianças foram retiradas da escola e estão num local seguro, de acordo com o canal KCRA. Em entrevista, o xerife do condado de Tehama disse que ainda não tem informações sobre as vítimas.

Isso acontecia porque, segundo as investigações, os editais de licitações eram direcionados para que determinadas empresas ganhassem. A investigação tem como objetivo desarticular organização criminosa que desviava recursos públicos por meio de fraudes em licitações, superfaturamento de obras, entre outras irregularidades.

Os recursos desviados passavam por processos elaborados de ocultação da origem, destaca a CGU.

A nova fase da investigação decorre da análise dos materiais apreendidos em etapas anteriores, relacionado com fiscalizações, exames periciais e diligências investigativas.

"Há provas já existentes acerca de desvios e superfaturamentos em obras, direcionamento de licitações, uso de documentos falsos, aquisição ilícita e irregular de produtos e obras, concessão de créditos tributários direcionados e pagamento de propinas a agentes públicos".

Os valores repassados como propina eram mascarados com diversos tipos de operações simuladas, para dar falsa impressão de licitude ao aumento patrimonial dos integrantes do grupo criminoso ou de dar maior sustentação financeira aos seus projetos.

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