Primeiro-ministro libanês suspende demissão

Patrice Gainsbourg
Novembro 22, 2017

Saad al-Hariri suspendeu nesta quarta-feira sua decisão de renunciar como primeiro-ministro do Líbano, a pedido do presidente Michel Aoun, para permitir o diálogo, amenizando uma grande crise política no país.

Autoridades do governo libanês e políticos veteranos próximos de Hariri dizem que os sauditas o obrigaram a entregar o cargo e o mantiveram no reino - o que a Arábia Saudita e Hariri negaram.

O primeiro-ministro do Líbano justificou a demissão com a falta de segurança, acusando o movimento xiita Hezbollah e o seu aliado iraniano de "controlo" sobre o Líbano e afirmando recear ser assassinado.

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Saad Hariri, em seu discurso de demissão em 4 de novembro, afirmou que Hezbollah e o Irã estão desestabilizando a região e enfatizou que temia por sua vida.

O primeiro-ministro demissionário chegou na noite de terça-feira a Beirute, a bordo do seu avião privado, depois de uma curta visita ao Egito e a Chipre, procedente de França, onde se deslocou no domingo, duas semanas depois de apresentar inesperadamente a sua demissão a partir da Arábia Saudita.

Numa intervenção transmitida pela televisão local, Hariri disse ter decidido pôr, para já, a demissão de lado, salientando a necessidade de o interesse libanês estar acima de tudo e que está "desejoso" de trabalhar para uma "verdadeira parceria" com o presidente libanês. Saad Hariri é contra o regime sírio. No mesmo dia, foi intercetado um míssil balístico lançado por rebeldes huthis do Iémen contra Riade, cujo ataque foi atribuído pela Arábia Saudita ao Hezbollah.

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