Operação C'est Fini prende ex-secretário da Casa Civil de Sérgio Cabral

Judith Bessette
Ноября 23, 2017

De acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), Fichtner teria recebido R$ 1,56 milhões em vantagens indevidas. Segundo o operador, além do Palácio Guanabara, ele levava o dinheiro ao escritório de advocacia de Regis Fichtner, localizado no Jockey Club, no centro da capital. Cabral (PMDB) está preso e responde a dezenas de ações penais.

A nova etapa, coordenada pelo Ministério Público Federal (MPF) e autorizada pela 7ª Vara Federal Criminal, investiga fraude nos precatórios da gestão do ex-governador Sérgio Cabral.

Não é só prender, tem que colocar todos os bens indisponíveis, tanto os dele bem como esposa, filhos, irmãos, cunhados, pai, mãe, etc. Fazer uma varredura nas suas contas bancárias, cartões de crédito, e com mandado jurídico revistar os imóveis que ele utiliza na busca de bens de valor tais como jóias, obras de arte, etc. A "cara de pau" é tão grande que prisão não é nada.O que mais dói para esses bandidos é a dor no bolso. É o ex-secretário municipal de Urbanismo Sérgio Dias. A força-tarefa pediu, e o juiz Marcelo Bretas deferiu, que a Ordem dos Adcogados do Brasil (OAB) informe os vínculos societários ou não do ex-secretário com o escritório de 2003 a 2014. O empresário foi preso em julho de 2016 na Operação Saqueador e desde agosto do ano passado está em prisão domiciliar. Conexões com Hudson Braga, Luiz Carlos Bezerra e Sérgio Castro Oliveira, conhecido como Serjão, outros acusados de participação no esquema. No mesmo ano, ele torneou-se secretário da Casa Civil do então governador, cargo que ocupou até 2014. Entre os destaques estaria, em outubro de 2012, a contratação de uma empresa de táxi aéreo pelo governo que tinha como advogado o próprio Fichtner, por valores que superam R$ 3,4 milhões.

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O empresário George Sadala também foi preso. Ele disse que ia ao apartamento do empresário, sócio da Macadame, construtora que somou R$ 103 milhões em contratos na administração do peemedebista. Na contabilidade de Bezerra, ele é identificado como "Boris", "Russo" e "Kalashi", e é atribuído a ele o repasse de cerca de R$ 18 milhões entre 2011 e 2016.

"Aliás, segundo o MPF demonstra, REGIS já realizou alguns movimentos suspeitos que demonstram a tentativa de impedir as investigações a seu respeito, como o encerramento de conta de email usualmente visto nas mensagens trocadas entre os integrantes das organizações criminosas", diz o trecho do documento que fundamentou o pedido de prisão. Os papéis indicam que ele entregou R$ 1,3 milhão ao grupo do ex-governador, segundo a Procuradoria.

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