Atividades marcam a Semana da Não Violência Contra a Mulher

Patrice Gainsbourg
Novembro 24, 2017

Cristo Redentor no Rio de Janeiro será iluminado de laranja no próximo 25 de novembro.

O Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, de Santa Cruz do Sul, realiza nesta quinta-feira, 23, e no sábado, 25, o XIV Seminário pela Articulação da Rede de Atenção às Mulheres Vítimas de Violência.

A Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres teve sua primeira edição em 1991 e já conquistou a adesão de 160 países desde então. "A essência do tema de hoje 'Não deixar ninguém para trás' é que ninguém deve ser deixada de fora".

Benfica e FC Porto com tarefas difíceis, Sporting recebe Vilaverdense
Teoricamente, o Sporting terá pela frente o adversário mais acessível: recebe em Alvalade o Vilaverdense , do Campeonato de Portugal.

O parlamentar também comenta que, no Brasil, a campanha é ampliada no intuito de abordar a violência contra a mulher negra. Isso significa ter mulheres e meninas em de igualdade e incluí-las em todos os assuntos que as preocupam e projetar soluções para acabar com a violência junto com aquelas pessoas anteriormente omitidas, relegadas ou marginalizadas. A situação ainda é mais agravante quando entre as mulheres que sofreram violência, 52% se calaram. O objetivo da Campanha, que é uma mobilização mundial, é sensibilizar e dar visibilidade às diferentes formas de violência contra as mulheres. Foi adotada como um símbolo da campanha do secretário-geral das Nações Unidas UNA-SE Pelo Fim da Violência contra as Mulheres e da estratégia do Dia Laranja, celebrado no dia 25 de cada mês.

Prédios icônicos - Edifícios e monumentos emblemáticos são iluminados de laranja - cor representativa da mobilização pelo fim da violência de gênero - para incentivar cidadãs e cidadãos do mundo a participar em marchas e concentrações, em shows e festivais públicos durante os 16 Dias de Ativismo.

O 25 de novembro foi instituído como Dia Internacional da Não Violência Contra a Mulher devido ao assassinato, em 1960, das irmãs Pátria, Minerva e Maria Teresa, conhecidas como "Las Mariposas", na República Dominicana, pelo regime ditatorial de Rafael Trujillo.

Outros relatórios LazerEsportes

Discuta este artigo

SIGA O NOSSO JORNAL