Otimismo moderado: a análise da OCDE à economia portuguesa

Eloi Lecerf
Ноября 28, 2017

Nas projeções, a organização mantém o crescimento económico para 2017 em 3,6% - a mesma percentagem divulgada em junho passado - e aumenta a estimativa para 2018, de 3,6% para 3,7%.

"Inicialmente impulsionada pela agricultura, a recuperação agora parece cada vez mais ampla", avaliou a OCDE.

Os países que integram a OCDE vão registar um crescimento económico de 3,6% este ano, que vai acelerar para 3,7% em 2018 e regressar aos 3,6% em 2019. A organização também destaca que a inflação está abaixo da meta, que tem centro em 4,5%.

Prevendo que a política fiscal deverá ser "moderadamente expansionista em 2017 e 2018", a OCDE avisa que "estímulos orçamentais adicionais devem ser evitados dada a necessidade de reduzir a dívida pública", que considera continuar "demasiado alta" e "limitar a capacidade de resposta do Governo na eventualidade de futuros choques externos negativos".

Neste cenário, a organização internacional projetou que reforma no sistema de pagamento de pensões por reforma é um elemento fundamental para garantir a estabilidade das contas públicas do Brasil, embora considere que também serão necessários outros ajustes.

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Já em relação à economia mundial, a organização confirma sua recuperação, com melhorias do PIB de 3,6% em 2017 e 3,7% em 2018, mas não de maneira "sólida e integradora", em um contexto de aumento do endividamento das famílias e das empresas não financeiras.

A economista-chefe da OCDE, Catherine Mann, reconheceu que "há sinais positivos" como o aumento do investimento empresarial, mas que não são firmes o suficiente para prolongar esse crescimento durante 2019, quando está prevista uma desaceleração da economia (3,6%).

Segundo as estimativas do "Economic Outlook" da OCDE, hoje divulgado, o crescimento económico em Portugal deverá ser de 2,6% este ano e "permanecer acima dos 2% [2,3% em cada um dos anos seguintes de acordo com a tabela anexa ao relatório] em 2018 e 2019, impulsionado pela procura interna e pelas exportações", o que colocaria o país a crescer acima da média da zona euro durante três anos.

"Os governos devem implementar mudanças políticas mais profundas para canalizar investimentos, produtividade e aumentos salariais para alcançar um crescimento mais inclusivo", opinou Mann.

Apesar da melhoria, a OCDE esclarece que ainda não foram alcançados os níveis de renda per capita registrados antes da explosão da crise, em 2008.

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