Mais de mil cidades estão em alerta para dengue, zika e chikungunya

Oceane Deschanel
Ноября 30, 2017

É o que aponta o novo Levantamento Rápido de Índices de Infestação pelo Aedes aegypti (LIRAa), elaborado pelo Ministério da Saúde, a partir de dados repassados pela prefeitura, e que identifica a presença de larvas do mosquito, transmissor das três doenças, nos imóveis. O novo levantamento foi divulgado nesta terça-feira (28).

"Com base nas informações coletadas, o gestor pode identificar os bairros onde estão concentrados os focos de reprodução do mosquito", afirma a pasta. "O enfrentamento ao mosquito Aedes é prioridade do Governo Federal, por isso definimos um dia de mobilização, a Sexta Sem Mosquito, quando mobilizaremos ministros de estado e autoridades locais para estarem em todos os estados do País chamando a atenção da população para a importância de combater o mosquito", reforçou Barros. Outros 178 aparecem em alerta e 618 estão em situação satisfatória.

Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que, "em parceria com os 102 municípios alagoanos, vem adotando todas as medidas necessárias para assegurar a redução dos focos do Aedes aegyti, vetor da dengue, zika e chikungunya". As capitais Belém (PA), Boa Vista (RR), Porto Alegre (RS), Florianópolis (SC), São Paulo (SP), Campo Grande (MS), Cuiabá (MT), Brasília (DF) e Rio Branco (AC) não informaram os dados ao Ministério da Saúde.

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A comparação com 2016 mostra que os casos de dengue tiveram queda de 83,7% neste ano no país; os de zika caíram 92,1% e os de chikungunya, 32,1%. Houve ainda queda de 82,4% no total de óbitos causados pela doença, que baixaram de 694 para 122. Entre os estados, destacam-se Mato Grosso (64,5 casos/100 mil hab.) e Goiás (55,9 casos/100 mil hab.). Em todo país, a região Nordeste apresentou o maior número de casos prováveis (35%), em relação ao total do país.

"A gente observa que, apesar da ocorrência de chuvas em algumas regiões, nesses municípios ainda não choveu e já apresenta altos índices de infestação do mosquito". No ano passado foram 211 óbitos associados à febre chikungunya, uma redução de 29,4%. Redução que também atingiu a chikungunya, uma vez que registrou-se 8.651 casos no ano passado, contra 339 em 2017. Depois vem o Norte (40,4%), Centro-Oeste (20,1%), Sudeste (19,32%) e Sul (13,66%).

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