Adiamento da votação da Reforma da Previdência cancela greve geral

Patrice Gainsbourg
Dezembro 1, 2017

Esta será a segunda greve geral nacional convocada pelas centrais em 2017, a primeira ocorreu no dia 28 de abril.

"Essa greve é contra essa proposta do governo para a Previdência, que está em votação, e também devido à retirada de diversos direitos trabalhistas que está ocorrendo", comentou o professor.

A ideia inicial do governo era votar a proposta na quarta-feira (6), mas agora já se trabalha com a data de 13 de dezembro, perto das férias parlamentares.

A maioria das centrais sindicais decidiram cancelar a greve nacional convocada para a próxima terça-feira, 5 de dezembro, em protesto contra a votação da Reforma da Previdência.

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Os sindicalistas chamaram para si os 'méritos' pelo adiamento da votação.

"A saída é a mobilização, é a greve, o melhor instrumento que os trabalhadores e as trabalhadoras podem usar para inibir a votação do fim da aposentadoria", disse Vagner. A mudança aconteceu porque o governo não teria atingido o número mínimo para aprovar a reforma.

Em nota assinada por seis centrais - Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central e a Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB) -, as entidades ressaltam que "a pressão do movimento sindical foi fundamental para o cancelamento da votação da Reforma da Previdência". O presidente da Câmara, Rodrigo Maia, afirmou na quinta-feira, que faltam muitos votos para a aprovação da reforma e que não há data para pautar a matéria em Plenário, já que muitos deputados não confirmam apoio ao texto.

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